Teoria do mito: lista bibliográfica de traduções lusas
Por Flávio Bittencourt Em: 22/06/2011, às 03H19
[Flávio Bittencourt]
Teoria do mito: lista bibliográfica de traduções lusas
Além da relação de títulos portugueses, é apresentado um trecho do livro de Furio Jesi.
Thor [FILME] - Trailer (OFFICIAL),
Youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=JOddp-nlNvQ
(COMENTÁRIO DE MARCO,
webespectador do vídeo [YOUTUBE]
apresentado por F. BRAUDEL
(link adiante indicado);
trad.: "F. JESI [é] UM... 'MITO'.
OBRIGADO DE CORAÇÃO POR
ESTE VÍDEO. MARCO")
Mitologia Nórdica - O roubo do martelo de Thor,
Youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=nO_q2JHn6RQ
O HISTORIADOR FERNAND BRAUDEL
(http://fabiopestanaramos.blogspot.com/2010/11/historiografia-e-temporalidades.html)
http://www.youtube.com/watch?v=a0nGnVQ4gmQ FERNAND BRAUDEL apresenta
La voce e il corpo di Furio Jesi
Youtube (DEPOIMENTO ORIGINAL EM FRANCÊS,
DUBLADO EM ITALIANO,
créditos e texto estão adiante, no final
[EM ITALIANO])
(http://bdiclaudiosap.blogspot.com/2011/02/mount-and-blade-1003-hile.html,
sendo que síntese biográfica sobre a escritora ("popular", que criou muitos produtos literários do âmbito da "cultura de massa") Liala [Amalia Liana C. N. Odescalchi (1897 - 1995)] pode ser lida em:
http://it.wikipedia.org/wiki/Liala)
A ESCRITORA LIALA, JOVEM:
(http://www.taroni.net/CC3.1_liala.htm)
(http://www.italbooks.com/Search/book/604/cultura-di-destra-,
onde se pode ler:
"Cultura di destra
A view from the right
by Furio Jesi
“One cannot spend several years studying myths or mythology without coming across right wing culture on more than one occasion…”: these were the opening lines of Furio Jesi’s Cultura di destra, first published in 1979. The main focus is on the “technicalization” of the ideal: how it is reduced to a vehicle for propaganda and political unrest. Such a method demands and popularizes a language of “ideas without words”, clichés and stereotypes, becoming an idiom that unites the leader and the masses. Ideas without words vibrate in the writings of Frobenius, Mircea Eliade (supporter of the Iron Guard movement) and in Pirandello, but also in the language of literature for the masses (Liala). Highly topical, Cultura di destra investigates obscure patterns, throwing light on phenomena which are still unclear and revealing leftover traces that are incandescent and ever active.
This new edition of Furio Jesi’s classic contains also an unpublished piece and an interview.
Furio Jesi (1941-1980) was an historian of religions, anthropologist, Germanist and a mythologist. Shifting skilfully through the various disciplines he produced ground-breaking interpretations on the myth even in its modern guise. His books include: Letteratura e mito (1968), Il mito (1973), Spartakus (2000).
172 pages, 14 x 21 cm")
SOBRE AS IDEIAS DE
JEAN BAUDRILLARD,
Philosophy & Religion: Jean Baudrillard,
Youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=ETykZgS176M
LIALA, MENOS JOVEM,
MAS NÃO MENOS
ELEGANTE E BELA:
"ANTES DA MITOLOGIA, É O MITO. MAS COMO SERÁ POSSÍVEL ATINGI-LO ATRAVÉS DA CIÊNCIA OU DA FILOSOFIA, SE A INVESTIGAÇÃO TEM DE FICAR LIMITADA À HISTÓRIA E ENCONTRA SEMPRE POR DETRÁS DE UMA MITOLOGIA, UMA NOVA MITOLOGIA?
CONSCIÊNCIA CRÍTICA, QUE ESTÁ NA ORIGEM DE UM SABER DIFERENTE, CAPAZ DE DESTRINÇAR A DIALÉTICA DO MITOLÓGICO QUE SUSTENTA A NOSSA CULTURA."
(DA 4ª CAPA DA TRADUÇÃO [a cargo de Lemos de Azevedo] DE O MITO, DE F. JESI, LISBOA: EDITORIAL PRESENÇA, 1977; título original: MITO [Milão, Itália: ISEDI - INSTITUTO EDITORIAIS INTENAZIONALE, 1973])
(http://cinoc.wordpress.com/2010/11/27/riga-31-furio-jesi/)
"Se o mito genuíno é a realidade em que o conhecimento humano chega ao contato com a verdade sem alterar a sua característica fundamental de ser humana, não se pode conceber linguagem que não seja verdadeira sem ser mítica. No entanto, essa proposição contém muitos elementos obscuros, que devem ser substituídos por afirmações menos superficiais ou ambíguas caso se queira atribuir a ela valor de axioma. Que relação pode subsistir entre mito e conhecimento humano? Mito e conhecimento humano parecem entrar em contato no instante em que do inconsciente afloram ao nível da consciência imagens que nós chamamos míticas. Que exatidão e que importância tem essa denominação? Entre inconsciente e consciência existe um antagonismo: do inconsciente surgem em direção à consciência forças que ela recusa como estranhas a si. No entanto, ocorre que a consciência é forçada a acolher imagens em que reconhecemos uma íntima relação com o inconsciente: tão íntima que nos consente considerar aquelas imagens manifestações do inconsciente.
Estamos aqui diante de uma contradição em termos."
(http://historiareligionum.blogspot.com/2010/11/furio-jesi-volume-monografico-riga-31.html)
"FURIO JESI FOI UM MITÓLOGO, HISTORIADOR DAS RELIGIÕES, ARQUEÓLOGO, ANTROPÓLOGO E GERMANISTA QUE NASCEU EM TURIM, ITÁLIA, EM 1941, E FALECEU EM GÊNOVA, ITÁLIA, EM 1980"
(COLUNA "Recontando estórias do domínio púbico")
PENSAMENTO MÍTICO:
lista bibliográfica de traduções lusas:
"Pensamento Mítico
Bancroft, A.- As Origens do Sagrado. Lisboa. Estampa.1990
Benoist, Luc - Signos, Simbolos e Mitos.Lisboa. Ed.70
Burkert, Walter- Mito e Mitologia.Lisboa. Ed.70
Burkert, Walter- A Criação do Sagrado.Lisboa. Ed.70
Caillois, Roger- O Homem e o Sagrado.Lisboa. Ed.70
Caillois, Roger - O Mito e o Homem.Lisboa. Ed.70
Douglas, Mary - Pureza e Perigo.Lisboa. Ed.70
Durand, Gilbert - A Imaginação Simbólica.Lisboa. Ed.70
Eliade, Mircea - O Mito do Eterno Retorno. Lisboa. Ed.70
Eliade, Mircea - Aspectos do Mito. Lisboa. Ed.70
Eliade, Mircea - Mitos, Sonhos e Mistérios. Lisboa. Ed.70
Eliade, Mircea - O Sagrado e o Profano. A Essência das Religiões. Lisboa. Livros do Brasil.1980
Eliade, Mircea - Origens. Lisboa. Ed.70
Lévi-Strauss - Mito e Significado.Lisboa. Ed.70
Leroi-Gourhan, André - O Gesto e a Palavra. 2 Vol. Lisboa. Ed.70
Jesi, Furio - O Mito. Lisboa. Presença. 1973
Jabouille, Victor - Iniciação à Ciência dos Mitos. Lisboa. Inquérito. 1986
Otto, Rudolfo - O Sagrado. Lisboa. Ed.70"
(http://afilosofia.no.sapo.pt/10MitoBibl.htm)
VERBETE 'FURIO JESI '
(em italiano), Wikipédia
[AINDA NÃO CONSTA,
NA WIKIPÉDIA, A TRADUÇÃO
DESTE ARTIGO PARA O
IDIOMA PORTUGUÊS]:
"Furio Jesi
Furio Jesi (Torino, 1941 – Genova, 1980) è stato uno storico, saggista, archeologo e germanista italiano.
Dopo aver compiuto, giovanissimo, ricerche di archeologia e storia delle religioni nell'ambito mediterraneo, pubblicando una serie di studi sul mondo dell'antico Egitto e dell'antica Grecia, su temi mitologici e su talune forme dei culti misterici, si interessò successivamente - in coincidenza con il radicalizzarsi del suo impegno politico intorno al 1968 - in particolare alla sopravvivenza di miti nella cultura moderna e a problemi antropologici, filosofici ed estetici.
Ha considerato come proprio maestro soprattutto il mitologo Károly Kerényi, dal cui umanesimo si è poi però distanziato. All'interesse per la "scienza del mito" e per il funzionamento della "macchina mitologica" Jesi ha affiancato un'importante attività di traduttore, di consulente per varie case editrici italiane e di studioso di germanistica. Pochi anni prima della sua scomparsa precoce ottenne per meriti scientifici la cattedra di Lingua e letteratura tedesca presso l’Università di Palermo, trasferendosi poi all’Università di Genova. Proprio alla cultura tedesca e in particolare ad autori come Rilke e Thomas Mann ha dedicato alcuni dei suoi commenti più acuti.
Opere
- La ceramica egizia. Dalle origini al termine dell'età tinita, SAIE, Torino 1958; nuova ed. aumentata, "La ceramica egizia" e altri scritti sull'Egitto e la Grecia (1956-1973), a cura di Giulio Schiavoni, Nino Aragno Editore, Torino 2010.
- Germania segreta. Miti nella cultura tedesca del '900, Silva, Milano 1967; nuova ed. con una postfazione di David Bidussa, Feltrinelli, Milano 1995.
- Letteratura e mito, Einaudi, Torino 1968; nuova ed. con un saggio di Andrea Cavalletti, ivi 2002.
- L'esilio, Silva, Roma 1970.
- Rilke, La Nuova Italia, Firenze 1971.
- Thomas Mann, La Nuova Italia, Firenze 1972.
- Che cosa ha veramente detto Rousseau, Ubaldini, Roma 1972.
- Kierkegaard, Editrice Esperienze, Fossano 1972; nuova ed. con una postfazione di Andrea Cavalletti, Bollati Boringhieri, Torino 2001.
- Mitologie intorno all'illuminismo, Edizioni di Comunità, Milano 1972; nuova ed. parziale, con una presentazione di Giuseppe Ardrizzo, Pierluigi Lubrina Editore, Bergamo 1990.
- Il mito, ISEDI, Milano 1973; nuova ed. Mondadori, Oscar Studio, 1980 e 1989; nuova ed. Mito, con una nota di Giulio Schiavoni, Nino Aragno Editore, Torino 2008.
- Brecht, La Nuova Italia, Firenze 1974.
- Che cosa ha veramente detto Pascal, Ubaldini, Roma 1974.
- La vera terra. Antologia di storici e prosatori sul mito e sulla storia, con un saggio di Georges Dumézil, Paravia, Torino 1974.
- Esoterismo e linguaggio mitologico. Studi su Rainer Maria Rilke, D'Anna, Firenze 1976; nuova ed. Quodlibet, Macerata 2002.
- Il linguaggio delle pietre. Alla scoperta dell'Italia megalitica, Rizzoli, Milano 1978.
- Cultura di destra, Garzanti, Milano 1979 e 1993; nuova ed. accresciuta Cultura di destra. Con tre inediti e un'intervista, a cura di Andrea Cavalletti, Nottetempo, Roma 2011.
- Materiali mitologici. Mito e antropologia nella cultura mitteleuropea, Einaudi, Torino 1979; nuova ed. aumentata a cura di Andrea Cavalletti, ivi 2001.
- La casa incantata, illustrata da Emanuele Luzzati, Vallardi, Milano 1982; nuova ed. illustrata da Franco Matticchio, Mondadori, Milano 2000.
- L’ultima notte, Marietti, Genova 1987.
- L'accusa del sangue. Mitologie dell'antisemitismo, postfazione di David Bidussa, Morcelliana, Brescia 1992; nuova ed. Bollati Boringhieri, Torino 2007.
- Lettura del «Bateau ivre» di Rimbaud, introduzione di Giorgio Agamben con una nota di Andrea Cavalletti, Quodlibet, Macerata 1996.
- (con Károly Kerényi), Demone e mito. Carteggio 1964-1968, a cura di Magda Kerényi e Andrea Cavalletti, Quodlibet, Macerata 1999.
- Spartakus. Simbologia della rivolta, a cura di Andrea Cavalletti, Bollati Boringhieri, Torino 2000.
- Bachofen, a cura di Andrea Cavalletti, Bollati Boringhieri, Torino 2006.
- Quando Kerényi mi distrasse da Jung. (Auto)intervista su un itinerario di ricerca, a cura di Andrea Cavalletti, in: Il manifesto (Alias), 28 luglio 2007, p. 21.
Scritti su Furio Jesi
- Ferruccio Masini e Giulio Schiavoni (a cura di), Risalire il Nilo. Mito fiaba allegoria (miscellanea in ricordo di F. Jesi), Palermo: Sellerio, 1983.
- Margherita Gigliotti, Cettina Rapisarda, Franco Sepe, Mythenforschung und Ideologiekritik bei Furio Jesi, postfazione a: F. Jesi, Kultur von rechts, Basilea: Stroemfeld / Roter Stern, 1984, pp. 225-252.
- Furio Jesi, in: Immediati dintorni, anno 1989, Bergamo: Pierluigi Lubrina editore, 1989, pp. 282-332 (scritti di: R. de Pas, G. Schiavoni, M. Pezzella, D. Bidussa, Stefano Levi Della Torre, Marta Jesi).
- Autori vari, Furio Jesi: 'scritture' creative, numero monografico di «Faraqát. Quaderni di storia e antropologia delle immagini del Centro studi e ricerche Fotografia e territorio, Ferrara», a cura del Centro etnografico Ferrarese e del Centro studi e ricerche Fotografia e territorio, n. 1, 1991, Ferrara 1991, pp. 63.
- Autori vari, Furio Jesi, numero monografico di Cultura tedesca, a cura di Giorgio Agamben e Andrea Cavalletti, n. 12 (dicembre 1999), Roma: Donzelli editore.
- C. Tenuta, Parabole del sangue. Tra casi editoriali, storiografia, materiali mitologici e letteratura. Appunti sui vampiri di Furio Jesi, in Trickster. Rivista online di Studi interculturali, n. 4, 2007.
- C. Tenuta, L'egittologo e Rilke. Note sulla lettura jesiana della Decima elegia di Duino, in Studi Novecenteschi, vol. XXXV, n. 76; p. 551-577 (ISSN: 0303-4615).
- Autori vari, Furio Jesi. La scrittura del mito, numero monografico di nuova corrente, anno 56 (2009), n. 143 (gennaio-giugno), Genova: Tilgher.
- C. Tenuta, "Non smetto mai di scriverlo": Furio Jesi tra saggistica e narrativa, in Intersezioni, Bologna: Il Mulino, XXX, n. 3, dicembre 2010, pp. 3-28.
- Marco Belpoliti e Enrico Manera (a cura di), Furio Jesi, Riga, n. 31, Milano: Marcos y Marcos, 2010. ISBN 978-88-7168-546-5 * [1]
Collegamenti esterni
- "Macchine mitologiche e cultura di destra", audio della serata dedicata a Furio Jesi, con Wu Ming 1 ed Enrico manera, al laboratorio Bartleby di Bologna, 18/02/2011.
(TRADUÇÃO [a cargo de Lemos de Azevedo] DE O MITO, DE F. JESI, LISBOA: EDITORIAL PRESENÇA, 1977; título original: MITO [Milão, Itália: ISEDI - INSTITUTO EDITORIAIS INTENAZIONALE, 1973])
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"Enviado por wumingfoundation em 16/02/2011
Furio Jesi, "Sul mito di Europa"
in L'uomo europeo, vol. 8, 1978, di F. Quilici
In questo raro documento video Jesi compare in qualità di esperto all'interno di un documentario sull'identità europea, nei primi minuti del film.
Ne "L'Uomo europeo" (1976/1980) Quilici si è avvalso della collaborazione di Fernand Braudel, Claude Lévi Strauss, André Leroi-Gourhan, oltre che Jesi.
L'immagine è poco definita e irreale: lo studioso cammina ieratico lungo una strada innevata delimitata da boschi. Indossa un ampio cappotto bianco, ha barba e lunghi capelli neri, il viso è sormontato da grandi occhiali dalla spessa montatura. Parla con voce precisa e abilità da narratore, servendosi di molte pause espressive e toniche: campi lunghi e primi piani si alternano, contrastati con immagini di mare, rovine mediterranee e icononografia classica di statue e pitture. Il suono dei suoi passi si mescola con inserti di musica di flauti arcana e insinuante. Lo schermo è completamente inondato di luce, il bianco lattiginoso si alterna all'azzurro, rami neri si stagliano netti sull'obiettivo. La camera si muove con lui; il regista ne ha fatto uno specialista del silenzio e dell'interiorità: calpestando una terra fredda si muove con dolcezza in vasti spazi psichici. A un certo punto guarda in camera e parla con noi, il volto seminascosto dai rami e gli occhi hanno lo stesso punto di nero del paesaggio che oppone resistenza alla luce abbacinante. In questi pochi minuti quello che vediamo è il suo sguardo, le immagini che affiorano alla nostra visione sono epifanie di un tempo azzerato che sta nella sua mente.
Di seguito la trascrizione letterale del testo.
[voce narrante]
Il ratto d'Europa; di questa favola così densa di significati simbolici abbiamo avuto la fortunata opportunità di parlare con un famoso mitologo, Furio Jesi, che abbiamo avvicinato non lontano dalla sua casa, in quella campagna in cui egli si era ritirato a vivere, in odio all'appiattimento e alla affollata solitudine della vita cittadina.
[L'intervento di Jesi:]
«Siamo nelle neve, siamo nella nebbia, in una campagna padana e quindi paradossalmente le circostanze sono adeguate ad evocare un mito che è partito da una tradizione solare, da un'immagine solare come quella del mare della Fenicia, come quella di Creta; ma che ha come protagonista una figura, Europa, che, a ben guardare, è una figura lunare, anziché solare, quindi una figura molto più ambigua, una figura in cui la luce non è la luce dura del sole ma è una luce che può avvicinarsi, può diventare la luce delle regioni settentrionali, può diventare la nebbia delle regioni settentrionali.
Mito dell'Europa ma prima di tutto di Europa, quindi storia molto antica di un personaggio femminile, che si ritrova secondo la tradizione a cogliere fiori sulla riva della Fenicia, viene affascinata dalla figura di Zeus in forma di toro che esce dalle acque, lo segue, viene trasportata fino all'isola di Creta e là avvengono, avvengono le nozze fra Zeus ed Europa.
C'è da chiedersi però, e il punto più oscuro rimane questo, quale forza si sia concretata abbia assunto forme in questo mito, tanto da permettergli di rimanere poi in una tradizione storica che arriva fino a noi. Il figlio di Europa e di Zeus, Minosse, è rimasto nella tradizione come il legislatore, quindi ha impersonato la tradizione della prima cultura organizzata, ordinata, secondo modelli che poi si riproporrano attraverso la cultura greca, si riproporranno fino a tradizioni europee più recenti;
e il nome stesso Europa e quanto gli restava di mito si è riempito di altri contenuti diversissimi fra loro che arrivano fino ad oggi e che si trasformano continuamente».
Scheda a cura di Enrico Manera
http://it.wikipedia.org/wiki/Furio_Jesi
Ascolta anche:
"Macchine mitologiche e cultura di destra", audio della serata dedicata a Furio Jesi, con Wu Ming 1 ed Enrico manera, al laboratorio Bartleby di Bologna, 18/02/2011.
http://www.wumingfoundation.com/giap/?p=3377
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"Furio Jesi un ... 'mito'.
Grazie di cuore per questo video. mArco"