poema popular alentejano‏
Por Amélia Pais Em: 30/07/2009, às 13H45
Na cidade de Lisboa
Ai, quem é rico, quem é rico passa bem
Quem é pobre passa mal
E assim é, e assim é por cá também
Bem podia quem tem muito
Ai, repartir, repartir com quem não tem
O rico ficava rico
Ai, e o pobre, e o pobre ficava bem
Na cidade de Lisboa
Ai, quem é rico, quem é rico passa bem
Quem é pobre passa mal
E assim é, e assim é por cá também
Regala-te e passa bem
Já não ouves, já não ouves minha fala
Vou-te fazer uma ausência
Ai, como o fumo, como o fumo quando abala
Na cidade de Lisboa
Ai, quem é rico, quem é rico passa bem
Quem é pobre passa mal
E assim é, e assim é por cá também
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