Akai Ito - Linha vermelha
Por Flávio Bittencourt Em: 11/01/2013, às 05H48
[Flávio Bittencourt]
Akai Ito - Linha vermelha
A lenda da linha vermelha do destino (Red string of fade) aparentemente teve sua origem na China, porém acabou se expandindo.
"Uma corda vermelha invisível conecta aqueles que estão destinados a se encontrar, independentemente de tempo, lugar ou circunstâncias. A corda pode ser esticada ou emaranhada, mas nunca irá se romper.”
antiga crença chinesa
11.1.213 - A lenda da linha vermelha do destino (Red string of fade) aparentemente teve sua origem na China, porém acabou se expandindo - A bela crença oriental da linha vermelha do destino. F. A. L. Bittencourt ([email protected].)
"(...) como já foi muito bem dito pelo grande Fernando Pessoa: Tudo vale a pena se a alma não é pequena! Por isso, hoje eu vou compartilhar com vocês o pouco que eu sei sobre umas das (na minha opinião) lendas mais bonitas sobre o amor, a lenda da “Linha vermelha do destino”!
De acordo com a lenda, os deuses, assim que uma pessoa nasce, amarram uma linha vermelha (invisível aos olhos humanos) nela, conectando-a a pessoa, a qual, ela estará destinada a estar viver (e amar) no futuro, ou seja, a sua alma gêmea.
"Uma corda vermelha invisível conecta aqueles que estão destinados a se encontrar, independentemente de tempo, lugar ou circunstâncias. A corda pode ser esticada ou emaranhada, mas nunca irá se romper.” - uma antiga crença chinesa.
A lenda da linha vermelha do destino (Red string of fade) aparentemente teve sua origem na China, porém acabou se expandindo, e hoje em dia, se incorporou ao folclore de outros países do Leste Asiático (como o Japão e a Coréia). Esta lenda é um pouco diferente em cada país, contudo podemos dizer que o contexto básico ainda é o mesmo. A lenda chinesa afirma que os amantes destinados estão interligados por uma corda vermelha amarrada ao tornozelo de ambos, enquanto no Japão, o que os conecta é uma linha vermelha (tipo aquelas feitas de algodão) amarrada em um dos dedos mindinhos de cada um dos futuros amantes.
A lenda da linha vermelha do destino (Red string of fade) aparentemente teve sua origem na China, porém acabou se expandindo, e hoje em dia, se incorporou ao folclore de outros países do Leste Asiático (como o Japão e a Coréia). Esta lenda é um pouco diferente em cada país, contudo podemos dizer que o contexto básico ainda é o mesmo. A lenda chinesa afirma que os amantes destinados estão interligados por uma corda vermelha amarrada ao tornozelo de ambos, enquanto no Japão, o que os conecta é uma linha vermelha (tipo aquelas feitas de algodão) amarrada em um dos dedos mindinhos de cada um dos futuros amantes.

Vale ressaltar que uma pessoa somente pode estar conectada a uma outra pessoa por vez (sua alma gêmea), pois não há como uma mesma pessoa possuir duas ou mais almas gêmeas ao mesmo tempo, senão o romantismo do negócio ía pro espaço, né? ¬¬’

E pra encerrar, eu gostaria de deixar aqui pra vocês uma narrativa que eu encontrei, durante o processo de pesquisa sobre o assunto, em um blog que chamou bastante a minha atenção. Se trata do relato de uma mulher, que apesar de não falar nada sobre a lenda em si, mas dá a entender que acredita, de certa forma, na veracidade da mesma.
Ela resumidamente narrou o seguinte fato:
Hoje, eu fui para a cerimônia de graduação da minha irmã. Eu estava muito feliz por ter a chance de me encontrar com meus amigos, que também são meus ex-colegas de curso (minha irmã e eu estudamos na mesma universidade). Então, eu me encontrei com a “T”, que se casou no início deste ano e está grávida de sua primeira criança. Ao vê-la, eu me lembrei da história de um outro amigo meu da minha época de Ensino Médio, “K”, que era apaixonado por “T” desde o ginásio. Ele me disse que ele tentava conquistá-la desde então, mas ela nunca viu nele algo mais do que um amigo. Os anos se passaram e ele ainda continuava esperando por ela. Daí como todos nós tomamos nossos próprios caminhos, eu acabei não escutando mais nenhuma noticia sobre “K”. Enquanto eu continuava caminhando com a minha irmã, eu acabei encontrando com “T” de novo, e ela estava com seu marido, que para minha grande alegria era o “K”! No importa o quão longa foi a espera, pelo jeito “T” estava mesmo destinada a ser sua “Akai Ito” (linha vermelha). Eu desejo para ambos o melhor em sua vida de casados e que estes abracem o novo mundo da paternidade.