Sociedade brasileira acuada pela criminalidade
Por Cunha e Silva Filho Em: 17/04/2026, às 16H41
SOCIEDADE BRASILEIRA ACUADA PELA CRIMINALIDADE ( Textro revisto, melhorado e atualizado)
CUNHA E SILVA FILHO
Vi, "claramente visto," hoje de manhã, na tv uma notícia que me inquietou profundamnte neste já arrasado Brasil verde-amarelo pelo banditismo espalhado como metástase de um câncer aparentemente sem cura, levando a socidade a um estado de real necessidade da aplicação de um fase prolongada de combate sem trégua à criminlidade que tomou conta praticamente de todo o território nacional.
O que se evidencia de mais grave, até à data presente, da parte do Executivo federal. é não ter sequer tomado uma imediata e enérgica providência contra essa avassaladora onda de violênca crônica que tomou conta do país, não só nos morros, nas favela,s mas em todos os bairos ricos ou pobres.Na qualidade de primeiro mandatário da Nação, desde o seu primeiro mandato, já deveria ter iniciado e abortado - e não o fez - os primeiros sinais de recrudescimento da violência e criminalidade em nosso país, com decisões e ações contínuas contra o estado a que chegou de total descalabro, desmantelamento e acefalia, no âmbito da Segurança Nacional. Essa grave omissão do atual presidente da República nesta delicada questão da criminalidade em nosso país seria ( ou deveria ser) atribuição priooritária do Presidente da República, que, afinal, é o chefe da Nação e Comandatne em Chefe da Nação brasileira.
Seria até, por um dever cívico e respeito à sociedade brasileria, em rede nacional, dar satisfação à sociedade brasileira, com esclarecimentos sólidos de um verdadeiro líder no que concerne à questão vital e crucial, que é o fantasma da criminalidade pondo, em desassossego, a vida do brasileiro, dia a dia, sendo vitima fatal da bandidagem solta e impune, sobretudo nas áreas das favelas, periferias e até nos Centros e bairros da classe média e e das classes mais privilegiadas das duas principais cidades brasileiras, o chamado eixo Rio de Janeiro e São Paulo. A meu juízo, sem desejar ser redundante, a violência é o problema nº 1 mais abominável que está transtornando e atemorizando a sociedade civil. Em situaões desse nível de caos urbano, cabe, sim, repito, um pronunciamento do Chefe da Executivo drigido ao povo brasileiro através da apresentação de um plano de emergência contra o estado de falência das autoridades de segurança nos setores publicos dos governos federal, estaduais e municipais.
Destarte, uma urgentíssima tomada de decisões fundamentais para a minimização do estado de calamidade da segurança da sociedade seria imperiosa "hic et nunc" da parte do Sr. Lula da Silva. Caso contrário, adrentraremos num colapso perigoso o sem pecedente atingindo milhares de brasileros tornados presas da bandidagem que se instalou em nosso país e quea aproximdamente remontga há uns vinte anos ou mais.
Tão desenfreada se encontra a criminalidade entre nós que, no jornalismo, já se fala em reportagens nas ruas em desespero no emprego de uma nova semântica para o lexema "guerra, a fim de nomear o estado sombrio e trágico do caos urbano nos bairros cariocas e paulistanos, principalmente, mas cujo mal crônico se estende por todo o território nacional.
Uma "guerra", portanto, entre entre facções criminosas, entre milícias e facções criminosas entre si lutando por um "território " no espaço em que se homiziam os marginais, ou seja, um espaço cerrado obstando operações das forças públicas, nessesconflitos bélicos, sangrentos e recorremtes entre policiais miltares e civis nos defendendo das facções que parecem desejar mandar e desmandar num país caracterizado pela contumaz impunidade por parte do governo federal.
Diante dessa espinhosa condição de abandono e indiferença das autoridades federai, estaduaus e municipais em que está vivendo hoje a sociedade civil, seria mais um ato de bravura e patriotismo da sociedade exigir uma pronta resposta e cumprimento constitucional do presidente ds República, o qual que está não pode prescindir de um olhar pontual e criterioso mas corajoso para o mais elevado índice de criminalidade em solo brasileiro.
Veja-se, leitor, uma notícia a que ponto chegou o estado devastador em um sem-número de vítimas fatais provocada pela criminalidade e impunidade em nosso país: Um policial civil, vestido normalmente, mas portando na camisa um distintivo da Polícia Militar paulista, caminhando por ruelas de uma favela paulistana, naturamente fazendo, por dever do ofício, uma investigação sobre alguém procurado pela Justiça. Sem testemunha, houve discussão entre o policial civil e alguns da Rota. Em seguida, por um motivo ou outro , um policial da Rota atirou fria e covardemente no policial civil que, levado a um hospital veio a falecer. Um depoimento de testemunha, escondida pela tela da TV, externou a seguinte comclusão: "ENQUANTO HOUVER DESPREPARO PSICOLÓGICO DE UM CANDIDATO A POLICIAL, ESSA TRISTE NOTÍCIA SERÁ REPETIDA "AD NAUSEAM".

