Os inventores dos termos robô e robótica

Os escritores de ficção científica Karel Capek e Isaac Asimov, respectivamente, criaram esses vocábulos inovadores.
 
 

 

 

 

 

 

 

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"Jonathan Harris e o fã brasileiro
Elias de Lucena, 2001
"

(http://www.scoretrack.net/harris.html)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

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Jonathan Harris como o Dr. Smith, 1965

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jonathan Harris e Hebe Camargo, 1969

 

  

Harris e [o impressionantemente competente dublador brasileiro de sua formidável voz] Borges de Barros, 1969

 

(http://www.scoretrack.net/harris.html)

 

 

 

"- Danger, Will Robinson, danger!"

["- PERIGO, WILL ROBINSON, PERIGO!"]

(O ROBÔ DA SÉRIE TELEVISIVA DOS ANOS 60 Perdidos no Espaço, Lost in Space)

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

KAREL CAPEK

(http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Karel_%C4%8Capek.jpg)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ISAAC ASIMOV (Айзек Азимов, em russo).

(http://pitocoviajante.wordpress.com/2008/12/19/citacoes-ii/)

 

 

 

(http://legendsrevealed.com/entertainment/2009/10/27/tv-legends-revealed-29/)

 

 

 

(http://technabob.com/blog/2007/06/06/lost-in-space-robots-danger-will-robinson/,

onde consta o preço de um "robô de PERDIDOS NO ESPAÇO":  $24,500 (vinte e quatro mil e

quinhentos dólares americanos, ou seja, um valor não muito diferente de 50 mil reais, no Brasil)

["(...) Now you too can own a fully functional, life-sized replica of the original Lost in Space  Robot B9 from the famous 1960’s sci-fi TV show. Yeah, the robot that uttered the famous saying “Danger, Will Robinson” can now be yours for the low, low price of $24,500. (...)"])

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A REPLICANTE - espécie de robô não-metalizada - MÁ DO FILME 

Blade Runner, o caçador de andróides

(http://www.studium.iar.unicamp.br/27/3/images/01BladeRunner.jpg)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A REPLICANTE BOAZINHA (fumante, entretanto) DO MESMO FILME AMERICANO

DE FICÇÃO CIENTÍFICA: "Amélia-que-era-a-mulher-de-verdade" criada por

cientistas malucos para venda a senhores machistas que não aceitam a

emancipação de pessoas do gênero feminino

(http://www.studium.iar.unicamp.br/27/3/images/01BladeRunner.jpg)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FOTO DE CENA DE BLADE RUNNER;

COMENTÁRIO DESTA COLUNA "Recontando...":

SE O POLICIAL Deckard, NO FILME, NÃO FOR TAMBÉM UM PRODUTO INDUSTRIALIZADO,

ESSE CASAL É ASSUSTADOR, uma vez que sua Rachel não apresenta problemas de fabricação

(http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=27709)

 

 

 

 

 

 

 

"(...) A palavra robot foi introduzida pelo dramaturgo Karel Capek. Esta palavra surgiu numa das suas mais prestigiadas peças, R.U.R, e os robots que nela intervieram não eram mecanizados.

 

O termo robótica refere-se ao estudo e à utilização de robots, e foi pela primeira vez enunciado pelo cientista e escritor Isaac Asimov, em 1942, numa pequena história intitulada "Runaround". Asimov também publicou uma compilação de pequenas histórias, em 1950, intitulada "I Robot". (...)"

(TRECHO DO ARTIGO ADIANTE TRANSCRITO NA ÍNTEGRA)

 

 

 

 

                                             Reverenciando as memórias dos eminentes inventores de estórias e palavras

                                             Karel Capek (escritor tcheco) e

                                             Isaac Asimov (Айзек Азимов, escritor russo, radicado nos EUA) e

                                             a todos os roteiristas, artistas, diretores, atores, técnicos, administradores

                                             e operários que contribuiram no planejamento, nas filmagens e na

                                             pós-produção das absolutamente geniais criações cinematográficas

                                             BLADE RUNNER e LOST IN SPACE e a

                                             Elias de Lucena (uma pessoa comum como eu e você, UM EMOCIONADO FÃ DE JONATHAN HARRIS), a Jonathan Harris (in memoriam), à grande apresentadora de televisão, aqui venerada como mito vivo, Hebe Camargo e à memória de Borges de Barros, imortal dublador brasileiro que - se a estória muito recontada for verdadeira - ouviu, ao vivo e diante de milhões de telespectadores, da boca de Harris a consideração de que a voz dele, Barros, para o Dr. Smith, era melhor do que a voz dele, Jonathan Harris (*risos*)!

 

 

12.5.2010 - Eles foram os caras - As reponsabilidades pelas invenções vocabulares ROBÔ ('robot') e ROBÓTICA cabem, respectivamente, ao escritor tcheco KAREL CAPEK e ao ao escritor russo ISAAC ASIMOV (emigrado para os EUA aos 3 anos de idade), ambos especialistas em inventar estórias de ficção científica. Em inventar estórias de ficção científica e em inventar palavras geniais. No artigo a seguir transcrito você poderá encontrar mais informações sobre ROBÔ e ROBÓTICA. F. A. L. Bittencourt ([email protected])

P. S. - Ah, sim!... Se você tiver aproximadamente cinquenta mil reais sobrando, poderá levar um ROBÔ DE PERDIDOS NO ESPAÇO para sua casa: a indústria de brinquedos-robôs já possibilita essa aquisição. No futuro - sabe-se lá se isso é bom ou se significa o fim do mundo -, maridos e esposas exemplares poderão ser comprados na loja de departamentos mais próxima de sua casa.

 


 

Artigo sobre história da robótica que consta no portal CITI (Portugal)
 

 
"HISTÓRIA DA ROBÓTICA
 

O conceito de robot data dos inícios da história, quando os mitos faziam referência a mecanismos que ganhavam vida.

Começando na civilização grega, os primeiros modelos de robot que encontramos eram figuras com aparência humana e/ou animal, que usavam sistemas de pesos e bombas pneumáticas.

As civilizações daquele tempo não tinham nenhuma necessidade prática ou económica, nem nenhum sistema complexo de produtividade que exigisse a existência deste tipo de aparelhos.

Cientistas árabes acrescentaram um importante e novo conceito à ideia tradicional de robots, concentrando as suas pesquisas no objectivo de atribuir funções aos robots que fossem ao encontro das necessidades humanas. A fusão da ideia de robots e a sua possível utilização prática marcou o início de uma nova era.

Leonardo DaVinci abriu caminho a uma maior aproximação ao complexo mundo dos robots. DaVinci desenvolveu uma extensiva investigação no domínio da anatomia humana que permitiu o alargamento de conhecimentos para a criação de articulações mecânicas. Como resultado deste estudo desenvolvido, surgiram diversos exemplares de bonecos que moviam as mãos, os olhos e as pernas, e que conseguiam realizar acções simples como escrever ou tocar alguns instrumentos.

Nikola Tesla, cientista na área da robótica, emigrou da Croácia para a América em 1800 e a propósito do grande desenvolvimento dos robots e das grandes expectativas criadas em redor destes, afirmou: "I treated the whole field broadly, not limiting myself to mechanics controlled from a distance, but to machines possessed of their own intelligence. Since that time had advanced greatly in the evolution of the invention and think that the time is not distant when I shall show an automation which left to itself, will act as though possessed of reason and without any willful control from the outside." A palavra robot foi introduzida pelo dramaturgo Karel Capek. Esta palavra surgiu numa das suas mais prestigiadas peças, R.U.R, e os robots que nela intervieram não eram mecanizados.

O termo robótica refere-se ao estudo e à utilização de robots, e foi pela primeira vez enunciado pelo cientista e escritor Isaac Asimov, em 1942, numa pequena história intitulada "Runaround". Asimov também publicou uma compilação de pequenas histórias, em 1950, intitulada "I Robot". Este autor propôs a existência de três leis aplicáveis à robótica, às quais acrescentou, mais tarde, a lei zero. As leis propostas são, actualmente, entendidas numa perspectiva puramente ficcional, pois no tempo em que foram escritas não se imaginava o desenvolvimento vertiginoso que iria ocorrer nesta área. Os robots, tal como os conhecemos hoje, não procuram ser verdadeiras imitações humanas, nem pretendem ser outras formas de vida.

O desenvolvimento inicial dos robots baseou-se no esforço de automatizar as operações industriais. Este esforço começou no século XVIII, na indústria têxtil, com o aparecimento dos primeiros teares mecânicos. Com o contínuo progresso da revolução industrial, as fábricas procuraram equipar-se com máquinas capazes de realizar e reproduzir, automaticamente, determinadas tarefas. No entanto, a criação de verdadeiros robots não foi possível até à invenção do computador em 1940, e dos sucessivos aperfeiçoamentos das partes que o constituem, nomeadamente, em relação à dimensão.

O primeiro robot industrial foi o Unimates, desenvolvido por George Devol e Joe Engleberger, no final da década de 50, início da década de 60. As primeiras patentes de máquinas transportadoras pertenceram a Devol, máquinas essas que eram robots primitivos que removiam objectos de um local para outro. Engleberger, por sua vez, pela construção do primeiro robot comercial foi apelidado de "pai da robótica". Outro dos primeiros computadores foi o modelo experimental chamado Shakey, desenhado para pesquisas em Standford, no final da década de 60.

Actualmente, robots como o Shakey continuam a ser utilizados, particularmente com intuitos de pesquisa, mas, no futuro, estes computadores podem vir a ser utilizados como veículos de reconversão ambiental".

(http://www.citi.pt/educacao_final/trab_final_inteligencia_artificial/historia_da_robotica.html)

  

 

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 "Nada tema...

com Smith não há problema"

 (http://www.scoretrack.net/harris.html)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(http://www.freakingnews.com/Jonathan-Harris-Pictures-8562.asp)

 

 

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ROMANCE DE DÍLSON LAGES MONTEIRO, editor deste Entre-textos

 

 

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