Inezita Barroso homenageia Cascatinha e Inhana
Por Flávio Bittencourt Em: 09/12/2012, às 08H28
[Flávio Bittencourt]
Inezita Barroso homenageia Cascatinha e Inhana
Programa Viola Minha Viola, manhã de domingo, 9.12.2012.
DEZ. 1912 - DEZ. 2012:
"CELEBRANDO O CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE
LUIZ GONZAGA, O REI DO BAIÃO"
(COLUNA "Recontando...)
"Sexta-feira, 9 de março de 2012
Correios prestará homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga com selo comemorativo em 2012
SELOS COMEMORATIVOS DO PARAGUAI:

"Publicado em 01/07/2012
Una de las mas hermosas canciones dedicadas a la Mujer. Magistralmente interpretada por el conjunto musical Colombiano "LOS MEDICOS"
INDIA
India, bella mezcla de diosa y pantera,
doncella desnuda que habita el Guairá.
Arisca romanza curvó sus caderas
copiando un recodo de azul Paraná.
De su tribu la flor,
montaraz guayakí.
Eva arisca de amor
del Edén Guaraní.
Bravea en las sienes su orgullo de plumas,
su lengua es salvaje panal de eirusu.
Collar de colmillos de tigres y pumas
enjoya a la musa de Ybytyruzú.
La silvestre mujer
que la selva es su hogar
también sabe querer
también sabe soñar.
=== em edição ===
Letra: Manuel Ortiz Guerrero
Música: José Asunción Flores"
http://www.musicaparaguaya.org.py/flores.html
"Philatelia.Net / The literature / Stamps /
Manuel Ortiz Guerrero
Series: Writers
|
Paraguay, 2003, 2000 G. 13 (1/2) x 13 (1/4). multicoloured Catalogues: Plots: Ortiz Guerrero Manuel" |

" Philatelia.Net / The literature / Plots /
The directory «Plots»
Ortiz Guerrero Manuel
(1897—1933)
Manuel Ortiz Guerrero was born in Paraguay on July 16, 1894. He died in Asunción on May 8, 1933. He is credited with being one of the most popular and prolific writers in Paraguay. His poems are immersed in the literary currents of the modern era and reflect the profound difficulties of his life, which apparently included having leprosy and being isolated from society.
Manuel Ortiz Guerrero found in Guarani (an indigenous and official language of Paraguay) a genuine way of expressing intense beauty in his poems. His works include: “Eirete” (1921), “Surgente” (1922), “El Crimen da Tintalila” (1922), “La Conquista” (1926), “Nubes del Este” (1928), “Pepitas” (1930). Poetry written in his native language included “Panambi vera”, “Nde rendape ayu” and “India”. “Complete Plays”, which included poetry and theater in verse, was edited in 1952 and 1959, after his death. “Arenillas de mi Tierra” (“Sand from My Country”) was printed in 1969. Some of his poems were set to music by his good friend and one of Paraguay’s most noted musicians, Jose Asunción Flores, and are still sung today. This includes “India”, which was declared an official song of the country in 1944. Jose Asunción Flores said of his friend: “Manuel’s best work is his life.”
Paraguay, 2003, Manuel Ortiz Guerrero"
(selo: http://www.philatelia.net/classik/stamps/?id=15301;
resumo biográfico: http://www.philatelia.net/classik/plots/?more=1&id=2767)
(http://blog.correios.com.br/filatelia/)

(http://www.brasilselos.com.br/product_info.php?products_id=375)
OBSERVAÇÃO: Autores da guarânia [TIPO DE RITMO MUSICAL DO PARAGUAI] denominada ÍNDIA:
"INEZITA BARROSO HOMENAGEANDO, EM SEU PROGRAMA, OS
INFELIZMENTE JÁ FALECIDOS CASCATINHA E INHANA? TRATA-SE
DE EVENTO INTERNACIONAL, QUASE RELIGIOSO (OBJETO DE
CULTO FERVOROSO), ISSO SEM SE FALAR QUE ESSA DUPLA DE
EXTRAORDINÁRIOS MÚSICOS E PESSOAS DIGNAS E HONRADAS
MORA NUM LAR QUE ESTÁ NO CÉU, COMO ESTÃO OUVINDO AS
HARPAS DOS ANJOS OS MAESTROS VILLA-LOBOS E TOM JOBIM,
CARMEN MIRANDA, DORIVAL CAYMMI, VINICIUS DE MORAES,
TONICO & TINOCO, DONGA, SÉRGIO BITTENCOURT, ELIS REGINA,
ZÉ KETI, PIXINGUINHA, LUIZ GONZAGA (PAI), GONZAGUINHA, RAUL SEIXAS,
CLEMENTINA DE JESUS, CARTOLA, EMILINHA BORBA, MORENGUEIRA,
OS INTEGRANTES DO CONJUNTO MAMONAS ASSASSINAS, BEZERRA DA SILVA,
SYLVINHA, JONNHY ALF, WALDICK SORIANO, WANDO, CELSO BLUES BOY
(DESGRAÇADAMENTE, PESSOAS DA MINHA GERAÇÃO COMEÇARAM A
PARTIR [CUIDADO extremo COM O CIGARRO, O SEDENTARISMO, O
ASSASSINO EM SÉRIE CHAMADO SAL DE COZINHA NA COMIDA E O
SÓDIO NOS CONDIMENTOS [POR EX., NOS TEMPEROS DE MACARRÃO
INSTANTÂNEO], NOS REFRIGERANTES E BISCOITOS (BOLACHAS)!!!!!!!!]),
DICRÓ (QUE INFELIZMENTE JÁ NOS DEIXOU E QUE OS MAIS JOVENS
RECENTEMENTE TAMBÉM CONHERAM NO PROGRAMA FANTÁSTICO),
HEBE CAMARGO - que foi cantora, além de apresentadora de longo curso -
E TANTOS E TANTOS OUTROS GÊNIOS DO BRASIL"
(IDEM)
Jacob do Band.
Eliz. Card,
Jamelão
Clara Nunes === em edição ===
=== em edição ===
Viola Minha Viola, 9.12.2012
"(...) "Cascatinha e Inhana foram casados 40 anos! tudo o que eles gravaram fez sucesso... foi perfeito... foi uma época linda, linda, da música caipira! (...) eu fui amiga deles (...) eles mereciam todas aquelas homenagens que recebiam! (..."
Inezita Barroso
0
EUA, SELOS COMEMORATIVOS:
(http://my.opera.com/slackwrdave/blog/index.dml/tag/post%20office)
CORREIOS DO BRASIL:
(http://my.opera.com/slackwrdave/blog/index.dml/tag/post%20office)
9.12.2012 - Programa de televisão Viola Minha Viola (gravado dias antes), que foi ao ar em 9.12.2012, domingo - Inezita Barroso homenageou Cascatinha e Inhana! F. A. L. Bittencourt ([email protected])
Dic. Cravo Albin da MPB:
"Componentes
Cascatinha
Inhana
Dados Artísticos
Cantores. Dupla sertaneja.
Francisco dos Santos, o Cascatinha - Araraquara, SP - 20/4/1919 - São José do Rio Preto, SP - 14/3/1996.
Ana Eufrosina da Silva Santos, a Inhana - Araras, SP - 28/3/1923 - São Paulo, SP - 11/6/1981
Nascidos no interior de São Paulo, desde cedo a dupla apaixonou-se pela poesia da música sertaneja. Francisco dos Santos já tocava bateria e violão e se apresentava cantando modinhas, canções e valsas românticas. Quando da chegada do circo Nova Iorque na cidade de Araraquara, Francisco conheceu o cantor Chopp e resolveu formar dupla com ele, adotando então o nome artístico de Cascatinha, nome de famosa cerveja da época, para estar de acordo com o nome do parceiro. Por essa época, Ana Eufrosina se apresentava como solista em um conjunto formado por seus irmãos. A dupla Chopp e Cascatinha se apresentava em circos. Francisco e Ana se conheceram e casaram em 1941. Formou-se então o Trio Esmeralda, com Chopp, Cascatinha e Inhana, nome artístico adotado por Ana. O Trio Esmeralda viajou para o Rio de Janeiro obtendo relativo sucesso. Receberam prêmios nos programas César Ladeira na Rádio Mayrink Veiga, Manuel Barcelos e "Papel carbono", este de Renato Murce, ambos na Rádio Nacional. Em 1942 o Trio se desfez com a saída de Chopp. Cascatinha e Inhana ingressaram então no Circo Estrela D'Alva, com o qual fizeram excursão pelo interior dos estados do Rio e de São Paulo, para onde retornaram. Em São Paulo continuaram a atuar em diversos circos, tendo permanecido por cinco anos no Circo Imperial. Em 1947 se apresentaram na Bauru Rádio Clube, que primeiro apresentou a nova dupla em rádios, nos programas "Luar do sertão" e "Cirquinho do Benjamim". Em 1948, passaram a atuar na Rádio América em São Paulo. Em 1950, foram contratados pela Rádio Record onde permaneceram atuando por doze anos. Em 1951, estrearam em disco pela Todamérica cantando a canção "La paloma", de Iradier e Pedro Almeida, e a toada brejeira "Fonteiriça", de José Fortuna, um dos compositores favoritos de Cascatinha. Em 1952, gravaram aqueles que seriam dois de seus maiores sucessos, assim como da própria MPB. Eram a canção "Meu primeiro amor" de H. Gimenez com versão de José Fortuna e Pinheirinho Jr., e a guarânia "Índia" de J. Flores e M. Guerrero, com versão de José Fortuna. A guarânia "Índia" vendeu 300 mil cópias em seu primeiro ano de lançamento e até a segunda metade dos anos 1990 vendeu mais de três milhões de discos. "Índia" mereceu ainda diversas gravações ao longo do tempo como as de Dilermano Reis ao violão, Carlos Lombardi, Trio Cristas e Valdir Calmon e sua orquestra. Em 1973 Gal Costa regravou "Índia", que deu nome a seu LP daquele ano e que obteve grande sucesso. Cascatinha e Inhana receberam em 1951 e 1953 o Prêmio Roquette Pinto. Em 1953, gravaram a toada "Mulher rendeira" tema folclórico com arranjo de João de Barro. Em 1954, receberam a medalha de ouro da revista "Equipe" e ganharam o slogan de "Os sabiás do sertão", devido aos recursos vocais e às agradáveis nuances desenvolvidos pela dupla. Em 1953, continuando a trajetória de sucessos, lançaram as guarânias "Assunción", de José Fortuna e Federico Riera, e "Flor serrana", de Daniel Salinas e José Fortuna. A partir dessa época, seus nomes estiveram ligados à música paraguaia. Em 1955, estiveram no filme "Carnaval em lá maior", de Ademar Gonzaga, onde cantaram "Meu primeiro amor", outro grande sucesso. No mesmo ano gravaram o bolero "Queira-me muito", de G. Reig e Serafim Costa Almeida, e o rasqueado "Iracema", de Mário Zan e Nhô Pai. Outra gravação do mesmo ano e que fez muito sucesso foi a toada "Despertar do sertão", de Pádua Muniz e Elpídio dos Santos. Em 1956, lançaram mais um disco com versões de compositores paraguaios: a canção "Recordações de Ipacaraí", de D. Ortiz e Z. de Mirkim, com versão de Juraci Rago, e a guarânia "Noites do Paraguai", de S. Aguayo e P. J. Carles com versão de Nogueira Santos. Em 1957, lançaram entre outras, a valsa "Santa Cecília", de Ado Benatti e Carlos Piazolli, e a toada "Tropeiro gaúcho", de Cascatinha e Bolinha. Em 1959, lançaram outro de seus maiores sucessos, a guarânia "Colcha de retalhos", de Raul Torres. No mesmo ano, Cascatinha foi promovido a diretor artístico da Todamérica, descobrindo vários talentos. Ainda em 1959, Cascatinha e Inhana gravaram "Rede de taboa", de Elpídeo dos Santos. Em 1960, gravaram os boleros "Quero-te", de Jolmagn, e "Mal pagadora", de L. Valdez Leal e José Fortuna. Em 1962, lançaram a canção rancheira "Coração incerto", de Nico Jimenez e J. Santana, e o rasqueado "Fui culpado", de Zacarias Mourão e Sebastião Vitto. Em 1963, lançaram a guarânia "Fujo de ti" de Waldick Soriano e Jorge Gonçalves, e o rasqueado "Felicidade", de Barrinha. Em 1967, lançaram LP com destaque para "Vinte e cinco anos", de Nonô Basílio, "O menino do circo", de Eli Camargo, "Flor do cafezal", de Carlos Paraná e "A estrela que surgiu", de Zacarias Mourão e Mário Albanesi. Em 1970, lançaram "Amor eterno", de Alfredo Borba e Edson Borges, "Se tu voltasses", de Cascatinha e Carijó, "Como que te quero", de Alberto Conde e Nilza Nunes, e "Castigo", de Marciano Marques de Oliveira. Em 1972, alcançaram sucesso com "Olhos tristonhos", de Dora Moreno. Em 1978, apresentaram no Teatro Alfredo Mesquita em São Paulo espetáculo no qual contavam sua trajetória artística. Ao longo da carreira apresentaram-se em diversos estados brasileiros, cantaram em circos, teatros e gravaram cerca de 30 discos. Em 1996, a Chantecler, dentro da série 'Dose dupla', lançou o CD 'Cascatinha e Inhana', com 23 composições gravadas pela dupla, entre as quais, 'Índia', 'Solidão', 'Meu primeiro amor' e 'Colcha de retalhos' ".
(http://www.dicionariompb.com.br/cascatinha-e-inhana)
===
"Guarânia
| Guarânia | |
|---|---|
| Informações gerais | |
| Origens estilísticas | Polca paraguaia |
| Contexto cultural | 1927 em Assunção |
| Instrumentos típicos | Guitarra · Arpa paraguaia · Vocais· Piano · Trompete · Clarinete ·Trombone · Contrabaixo · Baixo elétrico · Piano elétrico |
| Popularidade | década de 1930 à década de 2010 |
Guarânia é um gênero musical de origem paraguaia, em andamento lento, geralmente em tom menor. Foi criada em Assunçãopelo músico José Asunción Flores, em 1925.[1]
Índice |
História
Primórdios
Flores fez uso de ritmos e melodias lentos e melancólicos para as canções. Em algumas delas, se deduz a natureza heróica do povo paraguaio.
A primeira foi guarânia uma versão lenta da polca paraguaia Ma'erápa Reikuaase.
Desde a sua criação, a Guarânia tornou-se o mais importante fenômeno musical do Paraguai no século XX através de temas como Índia, Ne rendápe aju, Panambi Vera, Paraguaýpe, Jejuí, Kerasy, Arribeño Resay, o que gerou imediata aceitação e afeto. O gênero seduz especialmente as populações urbanas. Isto é devido, provavelmente, ao interesse destas pessoas por estilos mais rápidos como a Polca paraguaia o purahéi.
Há canções criadas em modo sinfônico, baseadas em poemas orquestrais, têm acompanhamento sinfônico.
ntrodução no Brasil
Acredita-se que a Guarânia tenha sido introduzida no Brasil pelos próprios paraguaios, especialmente na divisa com o Mato Grosso do Sul, quando vieram para o Brasil a trabalho, durante o Ciclo da Erva Mate. Há naquele Estado traços predominantes na música folclórica, que se enquadram perfeitamente à harmonia da Guarânia.
A Guarânia foi introduzida na música popular brasileira através do trabalho de pesquisa realizado por Raul Torres, Ariovaldo Pires, Mário Zan e Nhô Pai, em sucessivas viagens ao Paraguai. Torres foi responsável por uma das guarânias de maior sucesso no Brasil, "Colcha de Retalhos", gravada por Cascatinha e Inhana. A mesma dupla fez um mega-sucesso com outra guarânia, "Índia", de José Asunción Flores e Manuel Ortiz Guerrero, em versão de José Fortuna. A partir da década de 1940 tornou-se um dos gêneros mais utilizados pelos compositores da música sertaneja como mais uma forma de fazer sucesso. Ganhou mais popularidade a partir da gravação, em 1951, do disco 78 rpm "Índia" (de José Asunsión Flores e Manoel Ortiz Guerrero), que trazia como segunda música a canção também paraguaia "Meu Primeiro Amor" ("Lejanía"), ambas com versão de José Fortuna. Milionário e José Rico também fincaram o ritmo no Brasil, onde a maioria de suas canções são no ritmo de guarânias e huapango, ritmo também latino com influências indígenas. Na biblioteca do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, da Universidade Estadual Paulista - UNESP, de São José do Rio Preto-SP, há uma dissertação de mestrado, "Cascatinha e Inhana: uma história contada às falas e mídia", de autoria de Alaor Ignácio dos Santos Júnior, cujo tema é abordado com propriedade.
Canções populares em guarânia no Brasil
- Águas Passadas - Fafá de Belém e Zezé Di Camargo & Luciano
- Índia - Cascatinha & Inhana
- Liberdade - Roberta Miranda
- Pé de Milho - Leandro & Leonardo
- Fio de cabelo - Chitãozinho & Xororó
- A última vez - Zezé Di Camargo & Luciano
- Planeta Azul - Chitãozinho & Xororó
- Flor de Lama - Milionário & José Rico
- Meu Primeiro Amor - Perla
- Telefone Mudo - Trio Parada Dura
- Dama de Vermelho - Trio Parada Dura
- Pra ter o seu amor - Jorge e Mateus
Músicos e compositores notórios de guarânias
- José Asunción Flores.
- Agustín Barboza.
- Demetrio Ortiz.
- Eladio Martínez.
- Emigdio Ayala Báez.
- Florentín Giménez.
- Herminio Giménez.
- Maneco Galeano.
- Mauricio Cardozo Ocampo.
- Epifanio Méndez Fleitas.
Referências
- ↑ Luis Szarán (2009). Diccionario de la Música en el Paraguay: Guarania
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Youtube:




