"UNS SE ACHAM NO DIREITO DE TENTAR - SEM CONSEGUIR - OFENDER QUEM ASSISTE AOS DESENHOS ANIMADOS DE WALTER LANTZ; OUTROS, IGNORANDO AQUELES, SIMPLESMENTE FAZEM O CULTO À PERSONALIDADE DE LANTZ (LANZA), QUE MERECE ESTÁTUAS, SELOS, MEDALHAS COMEMORATIVAS (OFICIAIS E PARTICULARES) E INSCRIÇÃO DE SEU NOME NAS PRINCIPAIS CALÇADAS DA FAMA DO MUNDO; ISSO SEM SE FALAR EM QUE DEVERIA HAVER UM MUSEU DO PICA-PAU EM CADA CAPITAL DE PAÍS: ALIÁS, O VERBETE Woody Woodpecker DA WIKIPÉDIA É EXTENSO, PARA QUE SE FACILITE O TRABALHO DOS PESQUISADORES QUE ESTUDAM ESSE FENÔMENO CULTURAL DO SÉCULO XX; ESSE FENÕMENO, ALIÁS, PROLONGA-SE, COMO ACONTECE COM OS ROMANCES COM JAMES BOND, DO FALECIDO ESCRITOR INGLÊS IAN FLEMING (E OS FILMES A PARTIR DELES ENGENDRADOS) - AO LADO DOS LIVROS DE DAMEAGATHA CHRISTIE E DOS BRASILEIROS JORGE AMADO E PAULO COELHO -, NESTE SÉCULO SEGUINTE, O VIGÉSIMO PRIMEIRO DA ERA CRISTÃ."
Em comemoração aos 100 anos do nascimento do escritor Ian Flemming, criador do agente 007, o corrêio inglês lançou uma série exclusiva de selos dedicada ao ícone da literatura e do cinema. Os selos trazem imagens que se aproximam mais dos filmes do que das capas de livros, obviamente porque o sucesso do personagem se deve principalmente ao cinema."
O Hollywood Animation Archive é um blog que faz parte dos meus favoritos há um tempo, mas ainda não tinha citado por aqui. Lá você encontra algumas coisas raras, como esboços e storyboards de desenhos animados antigos, além de informações e curiosidades sobre a indústria dos desenhos e quem os cria. A proposta é criar um ambiente virtual que funcione como museu, biblioteca e centro de referência no assunto. O blog é patrocinado pelo estúdio Walter Lantz (criador do Pica-Pau) e pela Dreamworks, (criadores do Shrek), e também aceita doações via Paypal. Saindo um pouco do foco, recentemente publicaram uma série de posts cheios de imagens e conteúdo sobre decoração/ornamentação antiga no Egito, na Índia, na antiga Pérsia, entre outras. Não deixe de conferir.(em inglês)
update: só esqueci de um "detalhe": o link!
(valeu, Jack, por ter me falado nos comentários, e me desculpem! O vestibular está acabando com meu fôlego...)
"(...) Em 11/11/1993, foi emitida uma série de 4 valores (1º Porte Nacional – R$ 7,00 cada selo), alusiva a “Segunda Bienal Internacional de Quadrinhos”, ocorrida na cidade do Rio de Janeiro (RJ), entre 11 a 21 de novembro de 1993. A quadra mostra os personagens: Nhô-Quim, Benjamin, Lamparina e, no último selo, os personagens criados em bicos-de-pena aquarelados em abril de 1931, pelo cartunista brasileiro Luíz Sá (1907-1979), a Cia “Reco-Reco, Bolão e Azeitona” – três garotos trapalhões que ilustravam a revista “O Tico-Tico” (1905-1960). Scott: 2432/2435. Michel: 2558/2561. RHM: C-1873/C-1876. (...)"
All of the birds are going south for the winter--except Woody.
HOMENAGEM FILATÉLICA (OFICIAL, BRASIL) A JORGE AMADO E AO
ESTADO DA BAHIA:
(www.brasilselos.com.br/products_new.php?page=3)
"QUEM DISSE QUE QUEM ASSITE AO PICA-PAU É
IDIOTA É QUASE-INTELIGENTE: ESTÃO AS PESSOAS FALANDO
(MAL) DESSA PESSOA CUJO NOME ME ESCAPA E
ESSA PESSOA QUIS "APENAS" FAZER UMA AGRESSÃO
GRATUITA PARA QUE DELA FALASSEM MAL, PARA
APARECER...
OSESTÚDIOS DE DESENHOS ANIMADOS, NOS EUA,
ESTÃO PATROCINANDO EXCELENTES PORTAIS DE
ALTA CULTURA E ISSO ESSE ESTÚPIDO DESCONHECE
OU SE CALA, SOBRE O ASSUNTO. CULTURA A ESSE
APEQUENADO E APEQUENANTE BOÇAL!"
(O IDEALIZADOR E DIRETOR DESTA COLUNA, sem
responsabilidade dos EDITORES DO ENTRETEXTOS)
Walter Lantz.
Walter Lantz estava em lua-de-mel quando teve a ideia genial de criar o Pica-Pau, por conta de um exemplar do pássaro que o atormentou e o divertiu na noite de núpcias.
(http://pt.wikipedia.org/wiki/Woody_Woodpecker)
Pica-Pau no desfile do dia de Ação de Graças da Macy's em 2005.
Pouco se sabe sobre esses antigos toscanos, que deixaram um rico legado cultural. Descobertas recentes trouxeram novas informações, mas não a ponto de identificar sua origem ou de decifrar totalmente sua escrita (...)
Tumba da Quadriga Infernal, Sarteano
O carro conduzido por dois leões e dois hipogrifos é chamado de "quadriga infernal". O cocheiro seria um novo avatar de Caronte, o barqueiro
O Sarcófago do Casal, em terracota, encontrado na necrópolis de Banditaccia em Cerveteri.
"Sábado, 4 de fevereiro de 2012
História da Indumentária - A Civilização Etrusca (10)
Arte Etrusca (2)
“Aulete” ou tocador de flauta dupla (aulos), Tumba dos Leopardos, Tarquínia (Toscana, Itália).
Um pouco de história
As primeiras civilizações conhecidas na Itália são a de terramar (1500 a.C.) e a vilanoviana (1.000 a.C.)desenvolvidas no norte (vale do rio Pó) no final da pré-história.
A área ocupada pelos Etruscos localiza-se entre os rios Tibre (Roma) e Arno (Florença), o mar Tirreno (oeste da Itália), a planície do rio Pó (norte da Itália) e o mar Adriático (leste).
A economia etrusca se baseia no comércio através do mar Mediterrâneo. A concorrência dos gregos e dos fenícios provocou a crise econômica dos etruscos. Sem poder comerciar através do mar, os etruscos dedicaram-se à agricultura, menos rendosa. A partir do séc. III a.C. serão absorvidos pela cultura romana.
Arte: conhecimentos básicos
As primeiras manifestações da arte etrusca remontam ao século VIII a.C. e prosseguem por mais ou menos 600 anos.
Os etruscos acolheram muitas influências gregas, mas as transformaram segundo as suas exigências. No mundo grego, a arte sofreu uma grande evolução, porém os etruscos repetiram por muito tempo os modelos que adotaram.
A arte etrusca está ligada à vida cotidiana ou às práticas rituais do culto religioso. Não tende à idealização, como a arte grega.
Dançarina, detalhe da Tumba do Malabarista, Tarquínia.
Os testemunhos da arte etrusca estão ligados a obras de caráter funerário. Sabemos pouco sobre eles pois sua língua não foi totalmente decifrada. Conhecemos apenas um número restrito de palavras, e os documentos que restaram são, quase todos, inscrições fúnebres."
"Etruscos História dos etruscos, cultura, religião, civilização, escrita, economia
Escultura etrusca
Introdução
Os etruscos eram um povo que habitava a antiga Etrúria, região a oeste dos Montes Apeninos e do rio Tibre. Este povo dominou a região central da Itália durante os séculos VI e VII a.C. Era formado por doze cidades independentes, sendo as mais importantes Volterra, Cortona, Fiesole e Chiusi.
Em 283, os etruscos foram dominados e submetidos ao controle dos romanos, perdendo várias características culturais.
Cultura etrusca
Muitas informações sobre a civilização etrusca foram obtidas por historiadores e arqueólogos que descobriram diversos túmulos ao norte de Roma. A partir da análise dos artefatos e túmulos, chegou-se a varias revelações importantes:
- Os etruscos possuíam uma sociedade aristocrática;
- As mulheres etruscas desfrutavam de uma vida emancipada;
- Faziam objetos (vasos, esculturas e enfeites) em terracota com grande habilidade;
- Dominavam as técnicas de fazer objetos em bronze e metal;
- Eram habilidosos na arte da ourivesaria (fabricação de jóias);
- Na arquitetura, destaca-se a construções de templos, necrópoles e pontes. Usavam a pedra e o barro como base das construções.
Economia
Os etruscos basearam sua economia em atividades ligadas à agricultura e ao comércio, principalmente, de jóias, artesanato e diversos produtos de metal.
Religião
A religião etrusca era politeísta, pois acreditavam na existência de vários deuses. Era forte a influência da mitologia grega, sendo que as três divindades etruscas mais importantes eram Uni, Tinia e Menrfa. Estes deuses eram cultuados em templos. Eram comuns também as adivinhações e profecias realizadas pelos sacerdotes etruscos (arúspices). Vários elementos etruscos foram incorporados pela religião romana.
Curiosidade:
- A escrita etrusca ainda é um grande enigma para os pesquisadores desta civilização, pois não foi decifrada. Quando isto acontecer, os diversos registros poderão revelar novos aspectos da história e cultura dos etruscos.
INTERVIEW - L'écrivain brésilien aux millions de ventes adore le festival de Cannes. C'est peu de le dire. Contre toute attente, il y a placé l’action de son nouvel ouvrage...
Et si le festival de Cannes devenait le terrain de jeu d’un serial killer? C’est l’histoire développée par l’écrivain brésilien Paulo Coelho dans son nouveau livre,«La Solitude du vainqueur» (éd. Flammarion). Un roman qui rend la Croisette effrayante et met en exergue la superficialité de ses festivaliers qui, chacun à sa façon, espèrent se faire remarquer.
Pourquoi avoir planté le décor de votre roman à Cannes?
Quand j’ai commencé à écrire, je voulais faire un reportage pour décrire le festival de Cannes. Mais l’écriture prend parfois la main de l’écrivain. C’est devenu un roman de presque 400 pages. Un pavé comme je n’en ai jamais fait! A Cannes, au moment du festival, on croise à la fois des gens plein d’espoir et des gens désespérés. Or Igor, le personnage principal, est un assassin qui tue par désespoir amoureux. C’est la violence d’aujourd’hui: celle qui se justifie par l’amour.
Votre roman tient dans un lieu clos, Cannes, et l’action est resserrée sur une unité de temps de 24h. C’est digne d’un film, non?
Non. Pour moi, ce serait un cauchemar d’écrire un scénario. Plusieurs studios hollywoodiens me l’ont proposé, mais il ne faut pas compter sur moi pour ça. Où se met un écrivain à Hollywood? Nulle part, car ce n’est pas un monde où l’on respecte ce métier. Je suis écrivain, pas scénariste. Ce n’est pas la même chose.
Qu’est-ce qui vous fascine à Cannes?
Je suis un habitué du festival de Cannes. Je ne fais pas partie des invités mais j’y vais. C’est un temps pendant lequel je me sens libre, je ne pense à aucun projet, ça me détend. C’est le festival le plus important du monde, au point que c’est devenu une marque à part entière. Aucun autre festival de cinéma ne peut rivaliser, ni à Rome, ni à Venise, ni à Berlin. Ces dernières années, les coulisses de Cannes (la mode, les défilés, la course aux cartes de visite échangées, les fêtes) ont pris plus de place que le cinéma. La façon de promouvoir les films ressemble beaucoup au business du livre et des éditeurs, cela m’amuse de voir tout ça. Mais avec la crise, peut-être cette édition sera-t-elle recentrée sur la valeur de base du festival, le ciné.
Un souvenir particulier?
L’année dernière, je faisais la fête sur un bateau. Or les fêtes en mer, je déteste ça, car on ne peut pas partir quand on veut, il faut attendre qu’une navette vous ramène sur terre. Soudain, alors que j’étais sur le ponton avant avec le patron de Disney, quelqu’un vient nous dire de dégager, l’espace devant être privatisé. Beaucoup d’invités partent en effet mais nous, on décide de rester. Je pensais que c’était une mesure de sécurité pour que puisse arriver un membre du gouvernement, mais non, c’était pour Puff Daddy. En arrivant, le rappeur s’est écrié: «Pourquoi c’est vide ici?»
Dick Tracyintroduced violence — blunt, ironic, and retributional violence — to the comics page. The quintissential Dick Tracy line about his crimefighting tactics? “I’m going to shoot first and investigate later!” The strip is also notable for its introduction of scientific detection to comics, a theme that Gould continued to exploit well into the 1960s. And now, nearly 80 years after the first Tracy strips, Gould's massive body of work is being collected in its entirety.
23.12.2012 - História dos etruscos, cultura, religião, civilização, escrita, economia / O Pica-Pau, personagem criado por Walter Benjamin Lanza, em 1940 - (1) Os etruscos / (2) Woody Woodpecker. F. A. L. Bittencourt ([email protected])
O Pica-Pau foi criado em 1940 pelo artista de storyboardWalt Lantz. Em seus primeiros desenhos animados, o Pica-Pau aparece como um pássaro louco, com uma aparência considerada grotesca. Porém, ao longo dos anos, o Pica-Pau sofreu diversas mudanças no seu visual, ganhando traços mais simpáticos, uma aparência mais refinada e um temperamento mais tranquilo. O Pica-Pau foi inicialmente dublado, nos Estados Unidos, por Mel Blanc, que também fez as vozes de quase todos os personagens do sexo masculino das séries Looney Tunes e Merrie Melodies. Como dublador do Pica-Pau, Blanc foi sucedido por Ben Hardaway, e mais tarde por Grace Stafford, esposa de Walter Lantz.
Os desenhos do Pica-Pau foram transmitidos na televisão pela primeira vez em 1957, no programa The Woody Woodpecker Show, que mostrava novas sequências animadas do Pica-Pau interagindo com as filmagens em live-action de Walter Lantz, como se uma pessoa e um desenho animado estivessem apresentando o programa juntos. Atualmente, The Woody Woodpecker Show é ainda reprisado com freqüência na televisão, sendo que no Brasil, ele é atualmente transmitido pela Rede Record.
Lantz produziu os curta-metragens do Pica-Pau até 1972, quando ele fechou definitivamente seu estúdio. Desde então, o personagem só voltou a reaparecer em 1999, no programa The New Woody Woodpecker Show, produzido pela Universal Animation Studios de 1999 à 2003. O Pica-Pau é um dos poucos personagens de desenho animado que possui uma estrela na Calçada da Fama. Ele também fez uma pequena aparição junto com outros personagens famosos no filme Who Framed Roger Rabbit, de 1988.
Walter Lantz estava em lua-de-mel quando teve a ideia genial de criar o Pica-Pau, por conta de um exemplar do pássaro que o atormentou e o divertiu na noite de núpcias.
Em 1940, Walter Lantz decidiu que só um novo desenho não era suficiente para tornar seu estúdio famoso. Ele queria um personagem que, com o tempo, evoluísse para uma estrela completa. Então, ele e sua equipe de animadores apresentaram um novo adversário para Andy Panda e seu pai lidarem: um pica-pau louco.
Mas quando Walter Lantz mostrou o desenho do Pica-Pau, intitulado "Knock Knock", a Bernie Kreisler, chefe de departamento da Universal Studios, este o rejeitou, dizendo que aquele passarinho era a coisa mais feia e desajeitada que ele já tinha visto. Porém, Lantz insistiu para que o produzissem, dizendo que ele estava apostando tudo no personagem. A Universal atendeu aos seus pedidos e produziu o desenho, que fez um sucesso estrondoso. Então, Kreisler pediu a Walter Lantz novos episódios, como se nada tivesse acontecido. Depois do sucesso do Pica-Pau como coadjuvante no desenho do Andy Panda, eles resolveram fazer um desenho onde o personagem apareceria sozinho e seria o astro. Então, Lantz precisou de um nome para o Pica-Pau e decidiu chamá-lo de "Woody Woodpecker", que foi também o título do primeiro desenho animado do Pica-Pau.
A criação do personagem
De acordo com um agente de imprensa de Walter Lantz, a idéia de criar o Pica-Pau surgiu durante um incidente ocorrido na noite de núpcias do desenhista com Grace Stafford no Lago Sherwood, quando um pica-pau irritante passou a noite inteira bicando o telhado do chalé que haviam alugado, não deixando que o casal dormisse. Quando o pássaro foi embora, eles descobriram que o pica-pau havia feito um monte de buracos no telhado, por onde a chuva começou a entrar, arruinando de uma vez a noite. A esposa de Walter Lantz, então, teria sugerido que o marido criasse um pica-pau irritante para aparecer em seus desenhos animados. Esta história, porém, não tem muita credibilidade, já que Walter e Grace somente se casaram em 1941, depois que o desenho já havia estreado no cinema.
Mudanças
Pica-Pau no desfile do dia de Ação de Graças da Macy's em 2005.
Como todos os personagens de Hollywood, o design do Pica-Pau mudou um pouco com o tempo. O desenho animado O barbeiro de Sevilha ("The Barber of Seville") apresentou o novo visual do Pica-Pau, desenhado pelo animador Emery Hawkins, e que foi usado até o final dos anos 1940.
Em 1944 no desenho O doido da praia ("The Beach Nut"), apareceu um personagem de grande importância na carreira do Pica-Pau: seu rival de longa data Leôncio ("Wally Walrus", nome que também aparece em alguns episódios dublados).
A Canção do Pica-Pau
O Pica-Pau foi um dos personagens mais populares dos anos 1940, e chegou a ganhar sua própria estrela na Calçada da Fama e até uma música tema chamada: A Canção do Pica-Pau ("The Woody Woodpecker Song"). A canção foi composta por Kay Kyser, e cantada por Gloria Wood e Harry Babbit, em 1948. A música foi um grande sucesso, vendendo cerca de 250.000 discos em 10 dias de lançamento. Em 1948 a "Canção do Pica-Pau" foi usada no desenho animado Apólice Cobertor ("Wet Blanket Policy"), este desenho teve a honra de ser o único que foi indicado para o Oscar de Melhor Música. E foi também neste desenho que foi introduzido um novo personagem: o Zeca Urubu ("Buzz Buzzard"). Drooler's Delight (Delícia Gelada) de 1949 é o último episódio com a voz de Ben Hardaway (Mel Blanc, o 1ª dublador do Pica-Pau, dublou apenas os quatro primeiros episódios) e também o último da chamada "era de ouro" dos anos 40, pois após esse episódio, Walter Lantz por questões financeiras fechou estúdio e só reabre-o 2 anos depois.
Durante os anos 1950
Em 1949 como foi dito anteriormente, por razões financeiras, Walter Lantz teve que fechar o estúdio por um tempo, e reabre-o só em 1951. Nos anos 1950 o Pica-Pau ganhou um novo design, que foi feito pela animadora LaVerne Harding. Nessa época, eles estavam sem ninguém para dublar a voz do Pica-Pau, então Walter Lantz marcou testes no estúdio para escolher a nova voz. A esposa de Lantz, Grace Stafford, gravou a voz no estúdio sem ele saber. Quando Lantz foi ouvir as vozes para escolher uma, ele não sabia que sua esposa havia participado dos testes, e foi justamente ela quem ele escolheu, e ficou surpreso quando lhe disseram que aquela voz era de sua própria esposa.
Nos anos 1950, o Pica-Pau passou por diversas mudanças no seu visual, devido aos muitos animadores que trabalhavam em seus desenhos.
O Pica-Pau na Era da Televisão
The Woody Woodpecker Show
A Turma do Pica-Pau (PT) O Pica-Pau e seus Amigos (BR)
Como Lantz estava lutando financeiramente, a longevidade do Pica-Pau foi assegurada quando seus desenhos passaram a ser exibidos na televisão, no programa The Woody Woodpecker Show (no Brasil ganhou o título O Pica-Pau e seus Amigos, também conhecido como A Turma do Pica-Pau, O Show do Pica-Pau ou simplesmente O Pica-Pau), transmitido pela ABC. O programa semanal de meia-hora consistia em uma compilação de 3 curta-metragens cinematográficos do Pica-Pau, seguidos por um breve comentário de Walter Lantz, o apresentador do programa, cujas filmagens em live-action interagiam com novas sequências animadas do Pica-Pau, como se uma pessoa e um desenho animado estivessem apresentando o programa juntos. O programa foi exibido originalmente de 1957 à 1958 e, em seguida, entrou em sindicação até 1966, ganhando uma nova temporada em 1970 para ser exibido na NBC. A NBC obrigou Lantz a editar grande parte dos desenhos animados mais antigos, fazendo-o cortar as cenas que continham violência, o que Lantz fez relutantemente. Adicionalmente, o próprio Pica-Pau também teve que sofrer mudanças no seu comportamento, ganhando uma personalidade mais tranqüila e menos agressiva. O primeiro desenho notável que mostrou o Pica-Pau assim foi Não Puxem Minhas Penas ("Franken-Stymied"), de 1961. A popularidade do Pica-Pau havia sido baseada em suas atitudes loucas e maníacas, e por volta de 1961, estas características foram eliminadas em favor de um personagem mais sério. Isso aconteceu devido à grande presença do personagem na televisão, o que levou Lantz à cumprir as rigorosas normas de censura da violência na televisão para as crianças.
O Pica-Pau continuou a estrelar novos curtas de animação nos cinemas até 1972, quando Lantz fechou definitivamente o seu estúdio, devido ao aumento dos custos de produção. Seus desenhos retornaram à sindicação no final dos anos 1970. Em 1985, Lantz vendeu sua biblioteca de desenhos animados para a MCA/Universal. A Universal recompilou os desenhos para um outro The Woody Woodpecker Show em 1988. Naquele mesmo ano, o Pica-Pau fez uma pequena aparição em Who Framed Roger Rabbit, em uma cena perto do fim do filme. Neste filme, o personagem foi dublado por Cherry Davis.[2] Em 1995, o personagem apareceu em um comercial da Pepsi junto com Shaquille O'Neal, estrela da NBA.
Desde então, o Pica-Pau só voltou a reaparecer em 1999, na série de animaçãoThe New Woody Woodpecker Show, produzida pela Universal Animation Studios, que foi exibida originalmente na Fox Kids nas manhãs de sábado de 1999 à 2003. A série apresenta os primeiros desenhos animados do Pica-Pau a serem produzidos em mais de 20 anos, e retornaram o design do persongem para o antigo visual de 1947, e também alguns personagens tiveram o seu visual alterado e ficaram irreconhecíveis, como é o caso da Meany Ranheta, que teve a cor do cabelo mudada de preto para marrom e o formato do nariz um pouco alterado, e o Dooley, que aparece sem barba e com uma aparência mais jovem. Além disso, foram criados novos personagens como o gavião Tweaky, o Doutor Lelé, a Mãe Natureza e o texugo que sempre diz: "Oi, meu chapa!". Nesta nova série, o Pica-Pau foi dublado nos Estados Unidos por Billy West. Atualmente, o programa The Woody Woodpecker Show original é ainda reprisado com freqüência na televisão, e Pica-Pau e Paulina aparecem como mascotes nos parques temáticos da Universal Studios.
O Pica-Pau no Brasil
O Pica-Pau foi o primeiro desenho animado a ser exibido na TV brasileira, na extinta TV Tupi, um dia após a sua inauguração, em 19 de setembro de 1950.[3][4] Nessa época, os desenhos eram exibidos com a dublagem original (inglês), pois a dublagem em português só surgiria em 1957.
A primeira emissora de televisão a transmitir os curta-metragens do Pica-Pau com dublagem em português foi a TV Record, na década de 1960. Depois de algum tempo, a série saiu do ar. Em 1981 , o SBT tomou posse do desenho até 2002, quando em 2003 a Rede Globo começou a transmitir o desenho com os episódios remasterizados, dentro do programa infantil TV Globinho, onde o desenho dissipou em 2004 e teve esporádicas exibições em 2005, até que a Rede Globo deixou de exibi-lo definitivamente.
Em 2006, a Rede Record exibiu um especial com episódios de O Novo Show do Pica-Pau respectivamente às 17h, no feriado do dia 15 de novembro de 2006. Então a partir desse dia, os novos episódios ganharam espaço na programação de segunda a sexta às 18h, na mesma forma de sequência de desenhos: Pica-Pau, Picolino e outros, e outro desenho do Pica-pau, durando até março de 2007, quando a Record começa a exibir os episódios da série clássica antiga do desenho às 13h, sendo o primeiros cartoons "Quem Cozinha Quem" e "Hora do Banho". Entre março e abril, foram apenas exibidos os episódios da década de 1940, quando foi reprisado novamente. No dia 28 de abril de 2007, foram exibidos pela primeira vez os episódios antigos da Turma do Pica-Pau. A partir de 2009, a emissora começou a cortar os títulos dos episódios e, em 2010, parou de exibir os episódios de A Turma do Pica-Pau e O Novo Pica-Pau ,deixando apenas episodios do pica pau antigo . Em janeiro de 2012, O Novo Pica-Pau volta a ser exibido nos domingos, das 09h às 11h, seguido por Pica-Pau antigo . Esta exibiçao continua atualmente.
Problemas com a animação
Alguns dos primeiros curtas produzidos por Walter Lantz e Alex Lovy, no início dos anos 40, apresentavam muitas vezes uma animação fora de padrão ou modelo, algo que pode ser chamado de "Animation bump" [5]. (que traduzido para português ficaria "colisão de animação"), sendo assim, cada animador tinha o seu próprio traço para os personagens, que mudavam um pouco de uma cena para outra. Muitos historiadores consideram que a animação melhorou enormemente quando Shamus Culhane entrou no estúdio, mas ainda assim se mostrava meio "descuidada". [6].
A animação, finalmente, levantou a sua qualidade quando Dick Lundy assumiu como diretor, mas depois começou a decair novamente após o desligamento temporário do estúdio em 1949. Alguns consideram que a qualidade ficou muito boa quando Don Patterson substituiu Lundy, mas ficou cada vez pior quando Patterson saiu e foi substituído por Paul J. Smith e Alex Lovy (quando este retornou ao estúdio).
Surpreendentemente a animação de alguns desenhos decaiu cada vez mais perto do fim da vida do estúdio de Lantz, durante os anos 60 até o início dos 70. Nessa época foram usados animadores com traços completamente difrentes uns dos outros, em um mesmo episódio, como por exemplo nos curtas: O Doce Lar Quase Destruido ("Home Sweet Homewrecker"), e O Fotógrafo Chato ("The Shutter Bug"), que foram animados por Ray Abrams, Al Coe, Art Davis e Lester Kline. Estes animadores vieram de estúdios diferentes, por exemplo: Ray Abrams fazia a animação dos desenhos do Droopy para a MGM, e passou a trabalhar para Lantz desde os anos 50. Al Coe foi um animador da Disney, que trabalhava nos desenhos do Pato Donald e Tico e Teco nos anos 50, e se mudou para o estúdio de Lantz nos anos 60. Art Davis animava anteriormente os desenhos da turma do Pernalonga da Warner Bros. Lester Kline trabalhou somente para Lantz, algumas vezes nos anos 30 e 40, e retornou somente em 1956 a partir do episódio Festival de Cucos ("Calling All Cuckoos"). Sua animação era bem pobre em comparação a outros animadores renomados.
Ainda durante a década de 60, houve alguns curtas dirigidos por Sid Marcus, como: Chá Chado pra Dois ("Tepee for Two"), Esperto contra Sabido ("Dumb Like a Fox"), Os Parentes ("Skinfolks"), e Que Lindinho, o Cachorrinho ("Get Lost! Little Doggy"), que traziam Art Davis e Ray Abrams trabalhando juntos na animação, ainda que com traços um pouco diferentes. Ray Abrams fazia o Pica-Pau mais magro, e sempre com um espaço de cor azul do lado da barriga branca, com um traço parecido com o que era utilizado nos anos 50 (criado pela animadora Laverne Harding), enquanto Art Davis fazia um Pica-Pau mais "gordinho" e de topete mais cheio. Posteriormente, Abrams e Davis conseguiram "sincronizar" melhor seus traços em episódios como: Os Três Pica-Paus ("Three Little Woodpeckers") e A Observadora de Pássaros ("Birds of a Feather"). Contudo, em episódios dirigidos por Paul J. Smith, como: Auto Estrada Fracassada ("Freeway Fracas"), Pica-Pau e o Pé de Feijão ("Woody and the Beanstalk"), e A Fonte da Juventude ("Flim Flam Fountain"), ainda haviam problemas com os traços diferentes de Al Coe e Lester Kline (ou "Les Kline" como era creditado no início dos desenhos). O principal problema nessa época foi o fato de que nas cenas animadas por Al Coe, os desenhos eram bem mais detalhados e com movimentos mais "elegantes", enquanto nas cenas de Lester Kline, os desenhos eram bem mais pobres e com traços e movimentos mais simples.
Esses problemas com o traço dos personagens só começaram a ser corrigidos novamente no início dos anos 70, quando o diretor Paul J. Smith recrutou vários animadores da Disney que trabalhavam com Al Coe nos desenhos do Pato Donald dos anos 50, eram eles: Volus Jones, Tom Byrne, e Joe Voght, conseguindo assim manter o mesmo traço e estilo de Coe. Mas segundo alguns historiadores de animação, essa mudança foi realizada um pouco tarde demais, pois só foi feita em 1972, no mesmo ano em que o estúdio de Walter Lantz viria a fechar suas portas.
O time de animadores recrutado por Paul J. Smith, vindos dos estúdios de Walt Disney, chegaram a animar juntos somente 8 curtas do Pica-Pau, que foram: "História pra Índio" (Indian Corn), "Nem Tudo que Reluz é Ouro" (Gold Diggin' Woodpecker) Nunca Aposte num Poste Furado ("Pecking Holes in Poles"), Chili com Carne ("Chili Con Corny"), Um Cão Falante ("Show Biz Beagle"), Por Amor à uma Pizza ("For the Love of Pizza") Gênio Engenhoso ("The Genie With the Light Touch"), e "Adeus às Aulas" (Bye, Bye, Blackboard).
Em nenhum desenho animado nunca foi dita de que espécie exatamente é o personagem Pica-Pau (embora no episódio Esperto Contra Sabido"Dumb Like a Fox" seja dito que o seu nome científico é "Campephilus principalis"). O topete vermelho dele faz parecer que ele é um Pileated Woodpecker (uma espécie de pica-pau muito comum nos Estados Unidos), porém o design e as cores do corpo dele nos anos de 1944 até 1946, cabeça e pescoço vermelho, corpo azul escuro e peito branco, lembram mais um Red-headed woodpecker (outra espécie comum nos EUA, que tem a cabeça vermelha mas não tem topete). O personagem parece ser uma mistura destas duas espécies, com o corpo de um Red-headed e topete de Pileated.
Uma característica inconfundível no Pica-Pau, é que no começo e no final de seus desenhos, ele sempre emite a sua famosa e estridente risada. Essa risada foi criada pelo dublador americanoMel Blanc antes mesmo da existência do Pica-Pau. Antes do Pica-Pau, Mel Blanc já tinha usado a risada para o coelhoHappy Rabbit da Warner Bros (que mais tarde evoluiu para o Pernalonga "Bugs Bunny"), a risada foi usada pelo coelho em apenas quatro episódios. Sendo que o último episódio em que foi usada se chamava: "Elmer's Candid Camera", episódio que chegou a vir para o Brasil, e recebeu o título de: "A Câmera de Hortelino". No Brasil esse episódio foi primeiramente dublado em 1996 para a TV com o dubladorMário Monjardim fazendo a voz do coelho, e depois redublado em 2004 para o DVD, dessa vez com o dublador Alexandre Moreno, mas nas duas dublagens a risada que o coelho dá no fim do episódio (logo depois de chutar o Hortelino para dentro de uma lagoa) foi dublada em português como se o Pernalonga estivesse apenas rindo normalmente.
Depois de Happy Rabbit, Mel Blanc usou a risada para o Pica-Pau em seu primeiro desenho animado: "Knock Knock", risada que acabou combinando perfeitamente com o personagem e se tornou a marca registrada do pássaro. O próprio Blanc dublou os três primeiros desenhos do Pica-Pau até o episódio "'Pantry Panic" em 1941, mas depois disso Blanc assinou um contrato de exclusividade com a Warner Bros, que só permitia que ele fizesse as vozes dos personagens da Warner, e ele não pode continuar a fazer a voz do Pica-Pau, e foi substituído pelo dublador Ben Hardaway e também pela própria esposa de Walter Lantz, Grace Stafford, porém a risada que Blanc havia gravado foi usada até o final dos anos 1940 e em 1951 os outros dubladores tiveram que adaptar a risada com suas próprias vozes, por isso ela foi mudando um pouco durante os anos.
Um fato a ser observado, é que tanto Mel Blanc quanto os outros dubladores, gravavam a risada e a voz do Pica-Pau com suas vozes normais, e só depois é que a gravação era acelerada para dar um tom mais "esganiçado" ao Pica-Pau. fonte
No filme Looney Tunes: Back in Action há uma cena cortada que faz referência ao fato de que a risada criada por Mel Blanc ja havia sido usada no Pernalonga, a cena mostra o Pernalonga sendo atingido pelo raio do diamante "Macaco Azul" e se transformando de novo em sua "forma primitiva" (que é o Happy Rabbit) e dando por duas vezes a famosa risada porém com a voz bem grossa, a cena acabou não entrando para o filme, apenas nos extras do DVD.
Olney Cazarré - Foi o primeiro dublador do Pica-Pau no Brasil, ele o dublou nos anos 1960 na época em que o estúdio BKS ainda se chamava AIC. Depois na época em que a AIC mudou seu nome para BKS, Olney Cazarré teve de descansar das dublagens do Pica-Pau por que ele havia ido para o Rio de Janeiro trabalhar no teatro e na televisão (de acordo com o que foi dito por Garcia Júnior em uma entrevista para o "Nerdcast" em 2007), por isso, ele foi substituído pelo próprio Garcia Júnior na dublagem da fase do "Pica-Pau Biruta" (os episódios não foram dublados em ordem cronológica) e só voltou a dublar o Pica-Pau no lugar de Garcia Júnior quando ele não pode mais dubla-lo nos anos 1980. Em suas primeiras dublagens nos anos 1960, Olney fazia uma voz mais fina para o Pica-Pau, que combinava mais com os episódios em que o Pica-Pau tinha o tamanho de um pássaro pequeno, já nos episódios que ele dublou nos anos 1980, estava com a voz mais envelhecida, e chegava a ficar rouco algumas vezes. Um exemplo de episódios dublados por ele são: "Vamos as Cataratas?", "Pica-Pau Ama Seca" e "A vassoura da Bruxa" dublados na AIC e "Adeus às Aulas", "Por amor a uma Pizza", e "Chilli com Carne", dublados na BKS.
Garcia Júnior - Foi o segundo a fazer a voz do Pica-Pau no Brasil (quando a AIC mudou de nome para BKS). Ele começou a dublar o Pica-Pau no final dos anos 1970 quando ainda era um garoto de 10 anos, mas depois quando cresceu sua voz ficou grossa demais para o personagem, e foi substituído por Olney Cazarré, que já havia feito a voz do Pica-Pau antes dele. Garcia contou que o Pica-Pau foi o primeiro personagem que ele dublou, ele disse em uma entrevista para o site "Jovem Nerd" que quando Olney Cazarré foi trabalhar no Rio de Janeiro, ele teve de deixar as dublagens do desenho (que era feita em São Paulo). Então Garcia fez um teste apenas de brincadeira para a voz do Pica-Pau, a pedido dos seus pais Garcia Neto (que também era o diretor de dublagem, e o locutor e narrador de episódios como "A Hora do Banho") e Dolores Machado (que dublou a Meany Ranheta em "Que Lindinho! o Cachorrinho" e "A Observadora de Pássaros"). Porém, os produtores da Universal acabaram escolhendo mesmo a voz dele, a princípio pensando se tratar da voz de uma mulher, só depois descobriram que era a voz do menino que era filho do diretor das dublagens. Garcia Júnior fazia uma voz um pouco mais forte que a de Olney Cazarré. Um exemplo de episódios dublados por Garcia são: "Quem cozinha quem", "Pica-Pau biruta", "Nascido para picar" "Vamos nanar Jacaré?" e "Esperto contra sabido" (esse último era um entre os quais o Pica-Pau já estava com a voz mais grossa). Garcia Júnior é considerado por muitos dos fãs do desenho o dublador mais marcante do Pica-Pau, pois dublou os episódios mais antigos produzidos nos anos 1940, considerados os melhores.
Marco Antônio Costa - Fez a voz do Pica-Pau nos novos episódios de 1999 no estúdio Herbert Richers, ele conseguiu fazer uma voz fina bem parecida com a de Olney Cazarré. Em entrevista para o programa Hoje em Dia, da Rede Record, Marco disse que quando participou dos testes para a voz do Pica-Pau, ele fez uma imitação do Coelho Ricochete (personagem que também era dublado por Olney Cazarré na AIC), e sua imitação agradou aos distribuidores do desenho que o escolheram porque conseguia fazer uma voz parecida com a de Olney. Alguns fãs acham que a voz dele ficou diferente da voz do Pica-Pau original, mas isso tavez seja pelo fato de que o "Novo Pica-Pau" tem a mesma aparência, e o topete virado para trás que tinha o "Pica-Pau do fim dos anos 1940", que foi dublado apenas por Garcia Júnior, e que tinha a voz mais grossa. A voz que Marco Antônio faz para o Pica-Pau é baseada na voz fina que Olney Cazarré fazia nos anos 1960, quando o personagem já tinha o topete para frente, uma aparência mais infantil e o tamanho de um pássaro pequeno. Outro fato é que dificilmente encontrariam um dublador que conseguisse imitar a voz que Garcia Júnior fazia para o Pica-Pau, por se tratar de uma "voz de criança".
Luis Manoel - Dublador da série na década de 1960, quando ela era dublado no estúdio Dublasom Guanabara. Essa dublagem foi exibida na TV Record na época da dublagem.
Boatos
Existem vários boatos na internet de que o ator Walter Silva teria dublado o Pica-Pau na AIC. Na verdade, isso foi algum mal entendido divulgado em algum site que acabou se espalhando pela internet, pois quem dublou o Pica-Pau na AIC foi Olney Cazarré, que também era responsável pela voz do Coelho Ricochete também na AIC. Walter Silva nem era dublador, e sim um radialista que tinha o apelido de "Pica-Pau". Apresentava na Rádio Bandeirantes, o seu programa "Pick-Up do Pica-Pau", que se utilizava de uma gravação da trilha musical "The Woody Woodpecker Song" da abertura dos desenhos do Pica-Pau, antes e depois de cada música tocada na rádio. Isso fez com que todos o chamassem de "Pica-Pau", e Walter assumiu o apelido, passando também a usar nas costas de sua jaqueta vermelha um desenho do Pica-Pau. Fonte: Site oficial do ator
Picolino (Chilly Willy) - Pinguim friorento, que sempre está tentando se aquecer, e atrapalhando a vida do cachorro Smedley.
Smedley (Smedly) - Cachorro perturbado por Picolino. Smedley também apareceu nos desenhos do Pica-Pau, em dois episódios chamados: "Vivendo num buraco" e "O Cuidador descuidado". Smedley nos últimos episódios passou a ser chamado de Elpídio. A sua voz estava mais grossa mas sempre esta com o seu bom humor. Mas o seu visual não mudou nada,ele está sempre com aquela manta verde & com aquele gorrinho branco.Smedley sempre briga com Picolino mas no final sempre fazem as pazes
Inspetor Willoughby (Inspector Willoughby) - Um homem baixinho de bigode que é um famoso detetive.que também apareceu em alguns episodios do pica-pau (Surrupiador de um bilhão) (Luta do gatoso) & (Aliança mirim)
Sr. Panda (Mr. Panda) - O pai de Andy Panda. Apareceu em alguns episódios do Andy Panda e também apareceu sozinho em um onde ele tenta colocar forro no telhado mas sempre é atrapalhado por um pelicano.
Andy Panda (Andy Panda) - Era o principal personagem de Walter Lantz, mas, depois do grande sucesso do episódio Pica-Pau ataca novamente, Pica-Pau ganhou seu lugar.
Miranda Panda (Miranda Panda) - É a namorada do Andy Panda.
Maggie e Sam (Maggie and Sam) - Um casal que sempre se mete em confusões.
Mãe e Pai (Maw and Paw) - Um casal de caipiras que mora numa fazenda com seus filhos, o cavalo Ferradura (que mais tarde passaria a se chamar Pé-de-Pano, e seria o companheiro do Pica-Pau em suas aventuras pelo oeste) e um porco chamado Cheiroso. Apareceram também no episódio "Briga pra ninguém botar defeito".
A Família Urso (The Beary Family) - Uma família de ursos, o pai Charlie Ursolão, a mãe Bessie Úrsula, o filho mais velho Júnior Ursolino, a filha mais nova Susi Ursolina, e o animal de estimação, um ganso chamado Goose.
Percy Delicado (Mr.Delicated Percy) - Um bondoso homem que vive aos berros com seu cachorro Cuddles.
Cuddles (Cuddles) - O Cachorro do Sr. Percy Delicado, vive enterrando tudo que vê, até mesmo a lua, o Sr. Percy sempre tenta se livrar dele mais ele sempre volta. apareceu no episódio da família urso chamado O Cãozinho do Patrão.
Windy e Breezy (Windy and Breezy) - São dois ursos, mas eles vivem no Parque Yellowstone, quando o guarda Woodlore vive aqui.
Homero (Homer Pigeon) - É um pombo que aparece uma pequena aparição onde vive na casa dele no episódio os trabalhadores da floresta.
Hickory, Dickory e Doc (Hickory, Dickory and Doc) - Dois ratos que eram geniais para enganar Doc.
Secundários
Azeitona (Lil' Eightball) - Um garoto negro, que apareceu somente em três episódios estrelados por ele mesmo. Apesar de ter aparecido em poucos episódios, Azeitona apareceu em várias histórias em quadrinhos de Walter lantz na revista "New Funnies" da editora Dell Comics junto com a turma do Pica-Pau.
Urso Fatso (Fatso the Bear) - Um urso marrom que apareceu em dois episódios estrelados por ele mesmo junto com o Inspetor Willoughby como guarda florestal. Uma grande curiosidade sobre o urso Fatso, é que a famosa cena em que ele aparece correndo desesperado de um lado para o outro, já havia sido usada por outro urso só que nos desenhos do Pato Donald, o urso se chamava Colimério "Humphrey Bear". Essa gag foi criada pelo diretor Jack Hannah e animada pelo animadorAl Coe, pois os dois antes de trabalharem nos estúdios de Walter Lantz, haviam trabalhado nos estúdios de Walt Disney, principalmente nos desenhos do Pato Donald dos anos 1950. Foi Jack Hannah quem teve a idéia para as cenas da corrida, e da personalidade do urso, e Al Coe trabalhou na animação da cena onde o urso Colimério (da Disney) aparece correndo. Quando os dois saíram da Disney e foram trabalhar para Walter Lantz, os direitos foram comprados pelos estúdios da Universal, e essa ideia também foi usada para o urso Fatso. Jack Hannah também usou esta gag em alguns outros desenhos que ele dirigiu, um exemplo disso é um episódio do Pica-Pau chamado: O Mestre Cuca"Woody's Kook-Out" onde o próprio Pica-Pau e o Zé Jacaré aparecem correndo igual ao urso, episódio que também teve parte da animação feita por Al Coe.
Benedito o Charlatão (Yeggs Benedict) - É um ladrão de jóias. Gosta muito de atrapalhar a vida do Inspetor Willoughby. Sua aparição é apenas em um curta exclusivo do inspetor: "O Caso do Rubi Roubado".
Por volta dos anos 1980, a Mattel havia comprado os direitos para lançar um videogame do Pica-Pau para Intellivision, e Grace Stafford gravou novos diálogos exclusivamente para o jogo. Porém, o jogo nunca foi completado e nem lançado.[10]