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[Flávio Bittencourt]

Rio de las Amazonas (Norte - Revista Continental, ago. /1947. pp. 36-37 e 53)

O Prof. E. Rodríguez Fabregat, catedrático, distinto diplomata e político uruguaio, pesquisando no Rio de Janeiro sobre o caudaloso rio Amazonas, tornou-se amigo do Dr. Benjamin Lima, que seguidamente visitava.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"LINHAS DE UM EXTRAODINARIAMENTE BEM ESCRITO TEXTO SOBRE O AMAZONAS/

SOLIMÕES/MARANÕN LEMBRAM O PRÓPRIO RIO-MAR, PELO QUAL ÁGUAS E BOTOS 

CORREM E NADAM, RESPECTIVAMENTE, EM DIREÇÃO AO OCEANO ATLÂNTICO E, NA

DIREÇÃO OPOSTA, ENCONTRAM A POROROCA, POR SOBRE ONDE SURFISTAS

PRIVILEGIADOS JÁ DESLIZARAM ORGULHOSOS, SONHANDO ACORDADOS, NUM

INACREDITÁVEL ESTADO DE FABULOSA VÍGILIA DESPORTIVO-RADICAL.  

(Esta matéria é uma singela homenagem ao Professor Doutor Rodríguez Fabregat,

grande amigo de meu avô materno Benjamin Lima e, na véspera do Dia Internacional

da Mulher, às comissárias de bordo das empresas VASP, VARIG, PANAIR DO BRASIL,

CRUZEIRO DO SUL e das outras companhias aéreas brasileiras [entre elas, a PARAENSE,

a TABA - uma sigla marcariamente estupenda (Transportes Aéreos da Bacia Amazônica) -,

a LÍDER TÁXI AÉREO e todas as outras]"

 

 

 

 

 

 

 Map

(http://alum.mit.edu/travel/travel-world-mit/amazon-river-2011/itinerary-amazon-2011?destination=node/18487)

 

 

 

 

 

 

(http://www.portalentretextos.com.br/colunas/recontando-estorias-do-dominio-publico/uma-cronica-de-ulysses-bittencourt-sobre-certos-indios-da-amazonia,236,6918.html)

 

 

 

 

 

 

Surf na Amazônia • Pororoca é um fenômeno assustador e fascinante,

Youtube:

 

Enviado em 03/10/2011

Quinta-feira, 19/05/2011
A pororoca é o grandioso encontro da água doce com a salgada. O repórter Ernesto Paglia e sua equipe correm contra o tempo para não perder a oportunidade de ver o fenômeno.
W1TV SURF
http://www.w1tv.com.br

 

 

 

 

 

O CINEASTA DA SELVA,

Youtube:

Enviado em 13/05/2010 O Cineasta da Selva, 1997, dir. Aurélio Michiles "A vida de Silvino Santos (1886-1970), que nascido em Portugal, apaixona-se pelo Rio Amazonas. Aos treze anos Silvino cruza o Atlântico na passagem do século em busca daquela Amazônia fantástica imaginada pelos europeus. Em 1913 realiza seu primeiro documentário de longa-metragem. Ele viveria sua aventura contracenando com grandes personalidades, testemunhando acontecimentos marcantes do fausto à queda do monopólio da borracha. Filmando essa Amazônia do início do século, ele se torna um mito da selva e um dos pioneiros do cinema no Brasil." www.superfilmes.com.br

 

 

 

 

 

 

IGARAPÉS DESEMBOCAM, POR EXEMPLO, NO GRANDE RIO NEGRO;

ESTE, POR SUA VEZ, DESÁGUA NO SOLIMÕES; PASSANDO O RIO SOLIMÕES

A SE CHAMAR RIO AMAZONAS; ASSIM DENOMINADO, ELE SEGUE O SEU CURSO,

CHEGANDO AO INFINITO OCEÂNICO:

 

(http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=879130) 

 

 

 

 

 

 

"NOS TEMPOS EM QUE O PROFESSOR FABREGAT DIPLOMATICAMENTE REPRESENTAVA

O SEU PAÍS [O URUGUAI] NA ONU, OS AVIÕES DAS GRANDES COMPANHIAS AÉREAS - 

E AS BRASILEIRAS PANAIR, VASP E VARIG ESTAVAM ENTRE ELAS - ERAM,

PRINCIPALMENTE, OS FABRICADOS PELA DOUGLAS AIRCRAFT COMPANY, INC.DE

SANTA MONICA, CALIFÓRNIA, E. U. A. (MAS HAVIA TAMBÉM OS FAMOSOS VISCOUNT,

DE PRODUÇÃO INGLESA, QUE CHEGAVAM, IMPORTADOS, PELO AR)"

 

[C R...]

 

 

 

 

 

O URUGUAI:

Uruguai mapa

(http://www.guiageo-americas.com/mapas/uruguai.htm)

 

 

 

 

 

 

"Vickers Viscount


 
 
Vicker Viscount 701 da Cambrian Airways (1963).

Vickers Viscount é um avião turbo-hélice de médio-alcance fabricado pela Vickers-Armstrongs com início de suas atividades em 1953. Foi um dos mais bem sucedidos aviões da geração pós-guerra, sendo construídos no total 445 aparelhos. Era mais silencioso e tinha menos vibrações do que os outros aviões de sua época.

Índice

           1 Especificações Técnicas

2 No Brasil

[editar]Especificações Técnicas

Comprimento: 26,11 Envergadura: 28,56 Altura: 8,15 Motores/Empuxo: 4x RR Dart Mk 525 (2100 ehp) Peso max. decolagem: 32.885 Velocidade de cruzeiro: 525km/h Tripulação Técnica: 3 Passageiros: 43

[editar]No Brasil

Vasp encomendou cinco unidades da série 800, que em 1958 foram as primeiras aeronaves a reação a voar em nosso país. Anos depois a Vasp comprou mais 10 unidades da série 700. Eles foram operados até 1975, quando os últimos modelos da série 800 foram retiradas dos serviços da Ponte Aérea Rio-São Paulo. Foram vendidos à Pluna.

[editar]Exemplares em exibição

[editar]Operadores militares

Países que utilizaram o avião Vickers Viscount em suas Forças Aéreas:

África do SulAustráliaBrasilChinaÍndiaOmãPaquistãoReino UnidoTurquia.

[editar]Ver também

[editar]Ligações externas

(http://pt.wikipedia.org/wiki/Vickers_Viscount)

 

 

 

 

 

 

(http://culturaaeronautica.blogspot.com.br/2011/02/os-viscount-da-vasp-pioneiros.html)

 

 

 

 

 

 

 

 

(http://articulo.mercadolibre.com.ar/MLA-447092398-antigua-publicidad-1951-locion-facial-mennen-_JM?redirectedFromParent=MLA440428800; O VALOR ASSINALADO, SE VOSSA SENHORIA ACESSAR ESSE LINK, ONDE ESTÁ ANUNCIADA A PRECIOSIDADE PROPAGANDÍSTICA QUE SE VÊ NA FOTO ACIMA, NÃO ESTÁ INDICADO - após o cifrão ['$'] - EM REAIS, POR SE TRATAR DE SITE ARGENTINO [moeda: peso argentino]) 

 

 

 

 

 

 

UM DOUGLAS DC-3 DA VASP EM 

MINIATURA, PARA SER MONTADO

('VASP': COMPANHIA BRASILEIRA DE AVIAÇÃO 

COMERCIAL REGULAR E DE CARGA, 

HOJE INFELIZMENTE EXTINTA):

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Voo 169 da VASP

 

(http://fchicoferreira.blogspot.com.br/2012/09/o-voo-169-da-vasp.html)

 

 

 

 

 

 

PEÇAS PUBLICITÁRIAS NORTE-AMERICANAS DOS ANOS '40 ERAM

VEICULADAS NA REVISTA CONTINENTAL (DE DURANTE E DEPOIS DA

II GUERRA MUNDIAL) NORTE:

 

 

 (http://elconventillodelamuseologa.blogspot.com.br/2010/05/objeto-museistico-pluma-parker.html)

 

 

 

 

 

 

andras-szoveg
"(...) The Committee made its report on the Hungarian Revolution available to the General Assembly in July 1957. In fact, the report was a rather detailed historical account, which tried to present the findings of the Committee in the framework of international law, making political proposals accordingly. In the interest of greater objectivity, the report dedicated a separate chapter to both the official Soviet account of the 1956 events and the Kádár regime’s own assessment of the Revolution, refuting their versions of the events item by item. In this sense, the report can be regarded as the precursor of The Truth about the Nagy Affair, a book published by émigré circles after the execution of Imre Nagy and his associates. (..)"

(http://libcom.org/history/united-nations-report-hungarian-uprising-1956)

 

 

 

 

 

 

"(...) Após um período conturbado politicamente na década de 1920, e após o suicídio de Teleki Pál, primeiro-ministro húngaro que não concordava com uma Hungria nazista e não via saída frente a dominação alemã, assumiu István Bethlen, a Hungria então se aliou aos nazistas alemães a partir dosanos 1930, durante a Grande Depressão, na expectativa, conforme explicações de seus líderes da época, de obter de volta os territórios perdidos. E foi o que ocorreu, entre 1938 e 1941, a Hungria retomou territórios como a Eslováquia, a Rutênia, a Transilvânia e parte da Iugoslávia. Declarou guerra em 1941 à União Soviética, mesmo enfraquecida, pois até então seguia as intenções alemãs. Houve sucessivas derrotas, milhares de soldados húngaros foram enviados a campos de guerra em situações precárias onde foram aniquilados cerca de 40 000 homens, após a mudança de lado de vários países e principalmente da Romênia, a Hungria tentou um acordo com os Aliados, mas não foi aceita. Hitler com medo de que mudasse de lado, ordenou a invasão da Hungria em março de 1944. Depois de diversas batalhas por toda a Hungria, os alemães foram derrotados em 4 de abril de 1944.

Como consequência, ao fim da Segunda Guerra Mundial, tornou-se um Estado comunista sob a influência de Moscou. A Revolução de 1956 foi a oportunidade para que os húngaros se manifestassem contra o regime soviético instalado no país. Após o primeiro-ministro Imre Nagyimplantar reformas democratizantes, apoiado pela população, a União Soviética invadiu a Hungria e, pela força das armas, acabou com a revolução, prendeu Nagy e executou-o tempo depois.[14]

No final da década de 1980, a Hungria foi um dos primeiros países da órbita soviética a procurar dissolver o Pacto de Varsóvia e a evoluir para uma democracia pluripartidária e para uma economia de mercado. As primeiras eleições livres nessa nova fase da história da Hungria foram realizadas em1990, onde, com poucos votos, os socialistas foram rechaçados. Mas, em 1994, voltaram ao poder, apoiados pela queda do padrão de vida e da economia húngara. Desde então, socialistas e centro-direitistas disputam o poder político na Hungria. Seguiu-se de uma aproximação com o Ocidente que levou o país a aderir à OTAN em 1999 e à União Europeia em 2004. (...)"

(http://pt.wikipedia.org/wiki/Hungria#Hist.C3.B3ria)

 

 

 

 

 

 

"United Nations report on the Hungarian uprising 1956

The United Nations logo

UN special committee report on the 1956 Hungarian uprising. Examines the revolutionary workers councils established by Hungarian workers, and analyses the dangers they posed to both the Soviet bureaucracy and capitalism.

For the actual report examining the revolutionary workers councils, please scroll to the bottom of the page. It is attached as a PDF.

Libcom.org uploader's note
This UN report presents a useful document both for refuting Stalinist lies that describe the workers uprising as a 'fascist counter-revolution' and similarly for refuting the basic propaganda of the western capitalist democracies that it represented an attempt by Hungarians to retrieve their earlier capitalist freedoms and the ownership of private property. Whilst it shows evidence of a degree of nationalist ideology present amongst the Hungarian working classes (no doubt provoked by the tight control exercised over the Hungarian regime by the Soviet Union), it also shows that in practice, they waged revolutionary war against both the Soviet Union and the Hungarian state (even when the Communist Party's Central Committee declared it's support for the Hungarian uprising), forcibly implemented workers control of production of goods and services, and their distribution.

The committee also produced many other documents on the Hungarian uprising, but this remains most of interest to libertarian communists. (...)"

[http://libcom.org/history/united-nations-report-hungarian-uprising-1956]

 

 

 

 

 

 

"[...] Background information on the UN Special Committee on the Problem of Hungary

(taken from their official digital archive)

By adopting Resolution 1132/XI. on January 10, 1957, the United Nations General Assembly established the Special Committee on the Problem of Hungary for the purpose of investigating Hungary’s 1956 Revolution, the subsequent Soviet military intervention and the circumstances and events that led to the installation of a counter-revolutionary government under János Kádár. Five countries were asked to delegate members to the Committee. Australia was represented its Ambassador to The Philippines, K.C.O. Shann, Denmark named Alsing Andersen, an MP, while Ceylon, Tunisia and Uruguay delegated their permanent UN Representatives, R.S.S Gunewardene, Mongi Slim, and Enrique Rodriguez Fabregat, respectively. Since there were five members in the Committee, commentators sometimes referred to it as the Committee of Five.
enszbizottsag-400x318
At its first session on January 17, 1957 the Committee elected Alsing Andersen as Chairman, and K.C.O. Shann as Rapporteur. UN Secretary-General Dag Hammarskjöld appointed William M. Jordan, then head of the UN Department dealing with political and Security Council matters, as principal secretary of the Committee – i.e. its operational chief – while naming the Danish diplomat Povl Bang-Jensen as Deputy Secretary. (In 1959 Bang-Jensen committed suicide under suspicious circumstances.) Claire de Héderváry became an advisor and chief assistant to the Committee, who coordinated its operations and also took part in the compilation of the Committee's Report. [...]

 (http://libcom.org/history/united-nations-report-hungarian-uprising-1956, OS GRIFOS SÃO NOSSOS)

 

 

 

 

"(...) A todo lo anterior se suma una problemática mundial cada vez más tensa, que distanciará al continente americano de Europa, con lo cual el itinerario artístico establecido hasta entonces tendrá que ser replanteado. Si visitar museos europeos como vía de trato con la gran pintura universal fue una meta para los creadores cubanos de los años 20 y 30, ahora se invertirá la dirección. El Museo Metropolitano y el MOMA comenzarán a ser asumidos como paradigmas; ambos posibilitan el contacto con lo universal, con lo contemporáneo y, en particular, con la pintura norteamericana, conexión que se irá reforzando hasta imponerse años más tarde.

Este viraje ofrece, por una parte, la estimación de que los EE.UU. es un escenario favorable para la circulación de la pintura cubana; por otra, el medio cubano deviene zona propicia para el coleccionismo norteamericano, operación que focalizará Alfred Barr Jr. a través de la Galería El Prado de La Habana, y que tiene, entre otras expresiones, la edición bilingüe Pintura cubana de hoy (1943). Ambas acciones serán factores dinamizadores de la crítica, que debería difundir, promover y valorar una producción desconocida para el público norteamericano. Será la revista Norte, 10 editada en Nueva York, uno de los vehículos de esta proyección, a través de la sistemática colaboración del crítico cubano José Gómez Sicre.

La posguerra traerá otros aires: el desplazamiento del mercado (de Europa a los EE.UU.), la circulación de nuevos discursos, y la proyección hacia América Latina de una escuela norteamericana, el informalismo. Así, en los años 50, la fuerte personalidad de Julio Girona (Premio Nacional de Artes Plásticas, 1998) quien radicaba en Nueva York, irradia también una influencia directa al contexto plástico cubano. Una generación nueva e inquieta recibe el impacto de su pintura, de gran fuerza expresiva, que sirve de inspiración y aliento, en el camino emprendido de la pintura informalista (...)"

[10.] - Norte (1940-50). Revista continental. Director: Jorge A. Losada. Publicación mensual; 171 Madison Ave., Nueva York.

 

 

 

 

7.3.2013 - O Prof. Fabregat tornou-se amigo do Dr. Benjamin Lima, advogado, jornalista e teatrólogo paraense-amazonense que já estava radicado no Rio de Janeiro - "Rio de las Amazonas", Rev. Continental Norte (Editor jorn. Jorge Losada).  F. A. L. Bittencourt (flabitten@bol.com.br)

 

 

"RIO DA LAS AMAZONAS

Por E. Rodriguez Fabregat

 

EL AUTOR RESPONDE A LAS PREGUNTAS QUE INEVITABLEMENTE

SUGIERE ESTA FABULOSA VIA FLUVIAL DE TAN VASTA IMPORTANCIA

EN LOS DESTINOS DE AMERICA.

 

¿Dónde nace el rio Amazonas?, es la clásica pregunta que se ha de satisfacer con la clásica respuesta de un lugar y un nombre.  Pero cuando se logró penetrar, un tanto al menos en el seno cósmico donde el gigante despereza sus fuerzas y despliega el lujo de sus magias; cuando el observador directo consigue establecer contacto con el infinito mundo de lo infinito amazônico; y cuando se le vió crecer, siempre crecer, desde cualqueira de los rumbos de sus fabulosas vertientes, la respuesta -- la respuesta que el emocionado viajero formula para sí mismo -- no dará mucha satisfacción a la geografia, pero la da, en menor grado, a las grandezas del rio y ala imaginación del hombre.  El Amazonas no nace: se hace.  Desde todo sector de su horizonte se agranda, se ensancha, se tiende, se recoge y se destiende en fabulosas diástoles, corazón de su reino fluvial cuyo fin no tienen término en la cifra de su propria substancia.

Por otra parte, y ya lo hemos anotado en otra oportunidad, la unidad amazônica existe.  Ella está formada, intimamente integrada, de tres componentes singulares: la montaña, la selva y el río.  Inútil querer separarlos con los tecnicismos de rigor.  Inútil medirlos y calcularlos en una estimación teórica de elementos sin nexo.  Inútil intentar verlos y compreenderlos sino como los valores de una fragorosa epopeya en que las más hondas fuezas de la Naturaleza trenzaron sus denuedos en el más bello y estremecido escenario de la América inicial.       ===em edição===

(...)".

 

Tradução (antes da revisão ===em edição===)

 

Onde nasce o rio Amazonas?, É a clássica pergunta que deve ser satisfeita com a resposta clássica de um lugar e um nome. Mas quando conseguiu penetrar, pelo menos um pouco dentro de trechos onde as forças cósmicas gigantes e implanta o luxo de sua magia, quando o observador recebe o contato direto com o mundo infinito do infinito Amazônico e quando o viu crescer sempre crescer de cualqueira das direções de suas encostas fabulosas, a resposta - a resposta que faz com que o viajante animado para si - não dar muita satisfação à geografia, mas dá em menor grau, para a grandeza de rio asa e imaginação do homem. O Amazonas não nasce: se faz. Uma vez que cada setor dos amplia horizonte, se expande, ele tende, é recolhido e destiende fabuloso em diástole, o coração de seu reino rio cujo fim há prazo na figura de sua própria substância.    [problemas da tradução automática: corrigirei com a brevidade possível.  F. A. L. B.]

 

 

 

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"World Forum Philatelist - The United Nations Specialists

 

Welcome to the United Nations Museum of Philately

 

About the Museum

Welcome to the World Forum Philatelist United Nations Philatelic Museum. We shall devote this space to providing illustrations of some of the most magnificent UN stamps and covers known. This site will periodically grow as we receive examples of additional UN rarities. 

All of these files can be downloaded and assuming you have the appropriate software incorporated into a screen-saver application for continued viewing enjoyment. Please drop us a note to suggest additional images or with other suggestions. We are happy to include your images by sending us a scanned image in the jpeg, tiff, or gif format (jpeg preferred). 

A note to contributors on scanner settings - Resolution should be set to 72dpi for screen viewing. Higher resolution images are necessary for enlarged images (up to 300 dpi). The rule of thumb for enlargements is to double the dpi level for each increase of 100% to an image. For example, at normal size scan the image at 72 dpi. If an image twice actual size is desired, scan at approximately 144 dpi, 3x normal size, scan at 216 dpi, etc...

Museum Library:

The UN Library is currently under construction. The UN Library exhibit will contain a bibliographic list of UN philatelic references. In the future it is hoped that certain items will be available as PDF files for your information. We are happy to include your references by sending us a bibliographic description like those presented below.


Exhibits:

The UN Special Exhibits collection will be dedicated to presenting special attractions and UN collectors exhibit pages. In addition some interesting "How to" tutorials will be included as well as some links to vendors of fine exhibition supplies such as corner mounts, page protectors, and archival quality pages. Stay tunes as we present the finest that UN exhibiting has to offer. (...)

 

Collection:

Welcome to the UN postal history exhibit. This exhibit will explore the facinating history that is comprised of the early UN forerunner period (1943 - 1945), the Early United Nations (1945 - 1951), and the UN of Modern times since the introduction of the UN Postal Administration (1951 - present). Included in this exhibit will be service mail, exhibition material, and other interesting historical material. Below is a list of current items on exhibit. Simply click on the image you wish to view and it will be displayed.

Contacting Us:

World Forum Philatelist
P.O. Box 466
Mt Airy MD 21771-0466
phone: (301)829-0034
fax: (301) 829-0034

contacting us via E-MAIL at World Forum Philatelist"

 

(http://www.unstampz.com/museum_files/about_museum.htm)

 

 

 

 

 

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"17.5.10

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Objeto Museístico: Pluma Parker

 
Cada objeto tiene su pasado y al mismo tiempo muchos han sido protagonistas de la historia. Este es el caso de la pluma que ha estado presente en memorables cartas de amor y celebres novelas, y ha firmado pactos, tratados, convenios, negociaciones y hasta la paz, tratando de poner fin al estéril derramamiento de sangre.

La pluma, también conocida con el nombre de estilográfica, estilógrafo, pluma fuente o estilo, es una herramienta que ha intentado preservar la tradición de la escritura noble, pausada y estilizada. De exquisitos trazos y delicadas líneas, nos ha acompañado en épocas pasadas, y no tanto, tratando de que nuestras ideas no queden olvidadas en el tiempo.

Escribir con una pluma es un arte. La complicidad entre mano y plumín se nota al cabo de varios años. Algunos privilegian la escritura gruesa, otros prefieren escribir con un hilo fino. Entre uno y otro extremo, hay diferentes puntas para cada personalidad y diversos plumines para todos los gustos.

Una marca de prestigio ofrece excelencia, y la marca de plumas Parker ha hecho honor a ello.La historia de estas plumas se inicia en el año 1888 cuando George Safford Parker desarrolló y mejoró un sistema de alimentación de flujos de tinta para las plumas "John Holland Gold Pen Company", de la que era vendedor. El éxito lo anima a montar sus propias plumas. Nace así la "Parker Pen Company". Parker patenta su alimentador y desde entonces, las creaciones de la firma han ido en aumento.
Uno de sus primeros modelos fue el Lucky Curve, un hito en la evolución del sistema de alimentación de tinta.
G.S.Parker

Otro de los modelos más emblemáticos de la firma, creado por uno de los directores de la empresa, Lewis M. Tebbel, fue la pluma estilográfica Duofold, de 1921, una creación que conjuga cualidades como la belleza estética con la precisión y la maestría técnica. Esta pluma se convertiría en un clásico en el mundo de las estilográficas.

Desde la década de los ´20 hasta la de los ´60, en la que la pluma fue desplazada por los bolígrafos, Parker estuvo en los primeros puestos de venta mundial de instrumentos de escritura.Complementariamente, a fin de resolver el problema que se producía con el lento secado de la tinta una vez depositada sobre el papel, desarrolló una tinta de rápido secado y mucho más brillante a la cual llamó "Superchrome" que estaba destinada al modelo más exitoso, el Parker 51, en cuya publicidad pregonaba "Escribe al instante, seca en el acto".

Sin embargo esta tinta no dio el resultado esperado (su mayor densidad ensuciaba las plumas, atascándolas, además del elevado precio de venta), dejándola posteriormente de fabricar y continuando con su tradicional tinta Quink.

Las plumas de Parker fueron elegidas para firmar los armisticios de la II Guerra Mundial y los tratados de desarme nuclear entre los EE. UU. y la U.R.S.S.

También han llegado a fabricar plumas estilográficas conmemorativas, de series limitadas e incluso con material proveniente del espacio, o con plata proveniente de un barco español del siglo XVI. Pero indiscutiblemente el modelo "51" fue el más exitoso porque revolucionaba estéticamente lo existente hasta el momento; ocultó la pluma, que era de oro de 14 kilates, sobresaliendo de ésta solo la punta, reemplazó el cierre tradicional a rosca por el cierre a presión del capuchón, estilizó todo el cuerpo hasta darle una forma de bala, pero utilizando acrílicos lisos combinados con el capuchón totalmente en metal, enchapado en oro guiloché o de acero con un clip en forma de flecha dorada, muy estilizado, que se convirtió en distintivo de la marca, lo cual le confería una gran elegancia y sobriedad al conjunto, en contraposición a las plumas descubiertas y las formas rococó y recargadas que se usaban hasta el momento.

La Parker 51 se convirtió en un obsequio muy apreciado por médicos y otros profesionales que lo recibieran, y la lucían con un cierto orgullo, combinando el concepto de instrumento de escritura con el de joya.


Años más tarde, Parker Pen Company, adquirió la firma Eversharp, otro fabricante de estilográficas y lápices automáticos de alta jerarquía de Estados Unidos, que a su vez había adquirido la firma argentina Birome inventora y fabricante del bolígrafo, y su patente, lo cual le permitió, por un lado, deshacerse de 2 competidores serios, contar con la patente que le permitiera fabricar en Estados Unidos el bolígrafo, e instalarse en la Argentina utilizando la planta y las oficinas de Birome. Por un cierto tiempo, siguió produciendo estilográficas con la marca Eversharp, en modelos económicos, y luego discontinuó la marca.

En 1976 Parker adquirió la compañía Manpower cuando el mercado de trabajadores temporales estaba comenzando. Hubo épocas en las que Manpower daba más beneficios que el propio negocio de las plumas estilográficas.Una decisión de negocios movió la sede central de la compañía a Newhaven, Inglaterra.

En mayo de 1993, Parker fue adquirida por Gillete (por 285 millones de Libras Esterlinas), propietaria también de la marca PaperMate, uno de los principales vendedores de bolígrafos del mundo, y la célebre Waterman, que se fabricaba en Francia (su origen fue estadounidense) como marca "top". Gillete vendió su división de escritura a Newell Rubbermaid. La división Sanford de Newel Rubbermaid es la más grande del mundo en este sector de negocios, poseyendo marcas como Rotring, Sharpie, Reynolds, Parker, PaperMate, Waterman y Liquid Paper...

Buena historia, no les parece?. Recuerden que una Parker no es cualquier objeto. Habla de su dueño y de alguna manera es una carta de presentación frente a los otros... 

Por último les cuento que si quieren enviar una postal virtual escrita con una pluma Parker, (sí, leyeron bien) su página oficial nos  brinda un excelente simulador. Yo mande varias postales y realmente me encantó. Para probarlo, acá.
En fin, como bien reza el estuche de la pluma: “Parker está presente en los sucesos importantes de la vida…”.



Adieu!!.

Para seguir leyendo:
-Objeto Museístico:La navaja Victorinox
-Personaje Museístico: Adolphe Sax
-Objeto Museístico: El Scrabble

9 comentarios:

 

Nando Bonatto dijo...

No menciona Ud la Parker de oro,la recuerdo bien puesto que mi padre tenia una que heredo mi hermano mayor
Gracias por desempolvar objetos

Bob Row dijo...

El post es una belleza, aunque yo nunca tuve una Parker (sí tuve y perdí una Tintinculi -o como se llame- y una Sheffer). De todos modos habría sido un desperdicio, porque mi letra siempre fue horrible.

Lamentablemente debo señalar un error en el tercer párrafo:
"La historia de estas plumas se inicia en el año 1889 cuando George Safford Parker desarrolló su primer bolígrafo y patente.La historia de estas plumas se inicia en el año 1889 cuando George Safford Parker desarrolló su primer bolígrafo y patente."
Parker hizo bien lo suyo, ¡pero tampoco es cuestión de quitarle al pobre Biro sus debidos méritos!
Saludos.

Agustina Tula Saborido dijo...

Querido Nando:
Uhhh, la parker de oro...que hermosura de pluma, muy cierto, no la nombre (mil disculpas, uno se marea con tantos modelos maravillosos).
Le mando abrazo grande

Estimado Bob:
Cuanto agradezco el detalle!!. Ahora mismo lo soluciono.
Un abrazo y muchas gracias por el comentario!.

Saludos

ARI dijo...

Fantástico post. Partiendo de la base que me encantan las plumas y que las utilizo a diario aparte de ir haciendo mi pequeña colección. Quizás lo que me de un poco de coraje de Parker es que recientemente adbsorvió a la marca Rotring, marca que me encantaba por la cantidad de diseños que tenía entre sus productos, han respetado algunos pero les han dado el toque "serio" que caracteriza a la compañía. POr lo demás, encantado de leer un artículo de plumas y aprender un poco de historia.

Angus dijo...

Me gusta.

Mathilde dijo...

Ah, très belle publication qui me parle car j'adore écrire et notamment au stylo plume, tellement que lorsque j'étais jeune et pauvre c'est un achat que j'ai effectué (en respectant toute fois le budget modeste de l'époque) en investissant non pas dans un Parker mais dans un Shaeffer, mais peu importe la marque ! Ce stylo plume est tombé par terre l'année dernière et il s'est cassé au bout de 25 ans ! Une grosse perte pour moi car j'étais très attachée à ce stylo plume qui m'a accompagné un long moment dans mes écrits !
Je compte bien réparer ce manque très bientôt ! Un "Parker" peut être cette fois ci ?

Anónimo dijo...

Tengo una pluma Parker que data de entre 1890 y 1908, epoca en que mi tatarabuelo emigró de Europa, he investigado los archivos disponibles de la Parker y no he visto un modelo parecido, dicho instrumento ha venido pasando de generaciones en generaciones, en mi poder tiene 45 años. ¿como averiguaria la fecha de su elaboracion.mi correo es: enalcisgu@hotmail.com y mi nombre Es Enrique Cisneros

Agustina Tula Saborido dijo...

Estimado Enrique:
A la brevedad le contestaré via mail.
Saludos Cordiales

tecnoalum dijo...

Agradecer la dedicación a este tema tan especial como es el de las plumas. Lamentar que Parker y Rotring sean una ya que se pierde la posibilidad de sorprendernos con sus espectaculares modelos rotring. No es bueno el monopolio y quienes pierden somos nosotros.
Contarles que en Santiago en Mac Iver Nº142 existe el espectacular y creo único servicio técnico de plumas de diferentesd marcas. Su página www.clínicaplumafuente.cl.
Saludos.

Juan Manríquez

(http://elconventillodelamuseologa.blogspot.com.br/2010/05/objeto-museistico-pluma-parker.html)


 

 


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"Quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O Voo 169 da VASP

 

 

"Uma das experiências mais extraordinárias da história da ufologia é, sem dúvida alguma, o caso do chamado voo 169 da VASP, que aconteceu em meio a uma grande 'onda ufológica'. Na madrugada do dia 8 de fevereiro de 1982, os passageiros e a tripulação de um Boeing 727/200 da VASP tiveram a chance de observar um OVNI por mais de uma hora, num voo de Fortaleza para São Paulo, com escala na cidade do Rio de Janeiro."

TEXTO ORIGINAL DE MARCO ANTONIO PETIT, em 07 DE DEZEMBRO DE 2010.

'Considerando a relevância da matéria, apesar de ter sido postada em 2010, resolvi divulgá-la para os amigos e simpatizantes desse blog.

Agradeço ao Marco Antonio pela possibilidade de compartilhar algo tão pertinente.'
 

Chico Ferreira


"No total, aproximadamente 150 pessoas participaram da experiência. Poucos dias depois tive a oportunidade de conhecer o comandante do voo, Gerson Maciel de Britto, o principal personagem da história.


Além dos contatos que tive com o comandante do voo, acabei conhecendo vários dos passageiros que, ao serem alertados por Britto, observaram as evoluções do OVNI.
A repercussão do caso chegou ao exterior, levando vários jornais e revistas, de diversos países, a relatarem o fato, que passou a ser também um clássico da literatura ufológica de nosso país. Gerson Maciel de Britto acabou sendo conferencista de vários eventos que promovi na cidade do Rio de Janeiro, e mais tarde, já vários anos depois do episódio, prestou um depoimento detalhado também em vídeo, para este autor, sem dúvida um dos mais importantes de meu envolvimento com a ufologia, no qual o piloto revelou - além de todos os detalhes do caso e seus desdobramentos - outras três experiências mantidas anteriormente durante outros vôos, respectivamente nos anos de 1963, 1975 e 1978.
Segundo o comandante Britto, o vôo teve início com a decolagem, por volta das 2 horas da madrugada, da cidade de Fortaleza. O céu estava limpo, apresentando visibilidade total, condições que seriam mantidas durante toda a rota. Cerca de uma hora depois da decolagem, quando sobrevoavam a cidade de Petrolina, já no Estado de Pernambuco, o comandante percebeu então, pela primeira vez, a presença de um objeto luminoso à esquerda do avião, semelhante, inicialmente. aos faróis de um avião. A partir daquele momento Britto passa a monitorar com atenção o OVNI, para verificar a trajetória que o objeto seguiria em relação à rota de seu avião, pensando na segurança do voo que comandava. Neste momento o avião estava justamente sobre a região onde temos um entroncamento de aerovias, relacionado ao tráfego aéreo proveniente da Europa. Naquele momento o comandante ainda pensava na possibilidade do envolvimento de um outro avião comercial.
Com o passar dos minutos, Britto percebeu que aquela fonte luminosa mantinha a mesma distância de seu Boeing, com uma trajetória paralela, sem fator de aproximação. Não vinha em confluência a seu avião. Em seguida, percebe uma mutação de cor no objeto, como se ele estivesse girando em torno de si, ionizando gases de nossa atmosfera, apresentando uma coloração alternadamente avermelhada, cor de abóbora e azulada¹. Em seguida o comandante do voo entra em contato com a jurisdição de tráfego aéreo de Recife, para saber se existia algum movimento especial da Força Aérea Brasileira na região, já que não havia sido informado, previamente, como é normal quando do início de qualquer voo comercial, que pudesse explicar o que ele e os demais tripulantes estavam observando. Em resposta, 'Recife' comunica - através do rádio - que desconhecia qualquer voo militar na área, e que não tinham também informações sobre qualquer outro tráfego comercial naquele momento na região.

                                                                         Composição digital.

A partir da confirmação que não se tratava de um tráfego aéreo convencional, o comandante passa a observar com mais atenção o objeto, já definido de maneira definitiva com um OVNI
Britto mantem seu avião na rota normal, uma vez que o objeto não identificado não apresentava qualquer risco para o voo, mantendo-se a uma distância segura, apresentando uma velocidade próxima à mantida pelo próprio Boeing, que voava a um pouco mais de 900 km/h.
Depois de vários minutos acompanhando o avião, o OVNI começou a apresentar deslocamentos surpreendentes. Diz Britto, - em frações de segundo o aparelho se deslocava dezenas de milhas, se posicionando bem mais à frente do avião, para depois retroceder à posição anterior, demonstrando um potencial tecnológico muito além da nossa compreensão. Estas variações de velocidade e posição ocorreram várias vezes, e foram observadas tanto visualmente como através do radar de bordo. Quando o voo chegou à jurisdição do CINDACTA Brasília (Centro Integrado de Defesa Aeroespacial e Controle de Tráfego Aéreo), o comandante entrou em contato com o mesmo, reportando todos os detalhes sobre o que estava acontecendo. Para sua surpresa, o centro de controle informou que não estava detectando nenhum eco-radar na região.
O comandante do voo, sabendo que podiam existir outros aviões no mesmo setor, solicitou aos controladores do órgão que indagassem se outras tripulações estavam observando o mesmo fenômeno. O CINDACTA entrou então em contato com um jumbo da Aerolíneas Argentinas, e o comandante do avião confirmou que estava também observando o fenômeno. Em seguida a tripulação de um vôo da Transbrasil, de Brasília para o Rio de Janeiro, confirmou que estava observando as evoluções do objeto desde muito tempo, descrevendo os deslocamentos impressionantes que o OVNI realizava.
O CINDACTA continuava sem dar nenhuma instrução de alteração de rota para o voo 169. Diante desta situação o comandante Britto continuava a manter a mesma proa, nível e velocidade, mantendo a observação constante do aparelho não-identificado.
Quando o avião da VASP se encontrava nas proximidades da cidade de Belo Horizonte, o objeto - que mantinha desde o início uma distância razoável do Boeing - começou a se aproximar de maneira definitiva, e o CINDACTA entrou em contato finalmente com a tripulação reportando que estavam detectando um eco-radar na posição nove horas, ou seja, bem à esquerda, a uma distância de 8 milhas náuticas. O comandante Britto estranhou o comportamento do CINDACTA, - só quando se apresentou uma situação de conflito de tráfego aéreo os operadores do órgão resolveram assumir que o OVNI estava realmente em suas telas. O foco luminoso cada vez ficava maior com sua aproximação do Boeing. Diz Britto, - 'já conseguia observar uma estrutura discoidal em meio àquela intensa luminosidade, com o tamanho equivalente a dois aviões jumbos juntos'.
A partir deste momento o comandante do voo - já entendendo que se tratava realmente de uma nave extraterrena que, de alguma forma, estava tentando entrar em contato - deixou o seu lado mais humano surgir, mentalizando uma mensagem de boas-vindas aos tripulantes do objeto, e em seguida teve a idéia de convocar o restante da tripulação - já que até aquele momento apenas a tripulação da cabine vinha acompanhando o fenômeno - e os próprios passageiros para partilharem aqueles momentos especiais. O avião foi inundado por uma luminosidade intensa de coloração azulada, e os passageiros, de maneira tranqüila e ordeira, foram se revezando nas janelas do lado esquerdo para observarem o fenômeno. Com exceção de   Dom Aloísio Leo Arlindo Lorscheider²   e um outro religioso que o acompanhava, que não desejaram observar o OVNI (temendo provavelmente serem transformados em testemunhas), todos os outros passageiros tiveram a oportunidade de observar o objeto, que continuou a manter aquela distância de 16 milhas até o início do procedimento de descida, quando o avião já estava próximo da cidade de Barra do Piraí, no interior do estado do Rio de Janeiro.
O comandante pôde observar ainda, quando sobrevoava as serras já nas proximidades do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o OVNI por trás de um nevoeiro que pairava sobre a região. 
Os passageiros que desceram no aeroporto começaram a divulgar o ocorrido, e a mesmo aconteceu pouco tempo depois em São Paulo, chamando a atenção do plantão de imprensa local. Ao terminar o histórico voo, Britto recolheu-se às dependências da VASP, ainda no aeroporto, com a finalidade de elaborar o seu relatório para o departamento de operações da empresa, como é de praxe.
 
O comandante foi informado por um dos diretores do departamento que havia uma multidão de profissionais de jornais, revistas, rádios e televisões, tentando - via serviço de imprensa da companhia - entrevistas, procurando saber todos os detalhes do encontro com o OVNI
O comandante Gerson Maciel de Britto, depois de ser liberado pela empresa para falar abertamente sobre o incidente, levou sete horas e meia atendendo aos jornalistas. Em poucas horas a história era apresentada para o Brasil de norte ao sul. Como  acontece em casos ufológicos de repercussão, surgiram, com o passar dos dias, as mais absurdas explicações visando desqualificar a realidade da presença de uma nave extraterrestre. Nos envolvemos diretamente com a polêmica, participando de debates sobre o caso, no qual tomaram parte inclusive alguns astrônomos. Um destes, de início, defendeu a idéia de que se tratava de Vênus, mas depois de fazer o mesmo voo, no mesmo horário, descobriu que Vênus estava abaixo do horizonte no momento em que teve início a observação do fenômeno, passando a defender a idéia, em seguida, de que se tratava de um prolongamento da aurora boreal. Isto não impediu que um professor de navegação astronômica surgisse, dias depois, defendendo novamente a idéia absurda, de que um piloto com mais de 20 mil horas de voo havia sido capaz de confundir o planeta Vênus com uma nave extraterrestre, que tinha duas vezes o tamanho de um jumbo.
O próprio CINDACTA teve também uma atitude bem dúbia frente ao caso. De início, ao ser interpelado pelo comandante do voo 169, negou estar detectando, naquele momento, qualquer alvo que pudesse ser relacionado ao fenômeno que estava sendo observado. Quando o OVNI começou a se aproximar de maneira definitiva do Boeing, Britto foi alertado finalmente pelo próprio órgão de controle de tráfego aéreo, que estavam detectando, além do avião, um eco-radar nas suas proximidades. Mas, com o passar dos dias, já em meio à repercussão violenta do caso, o CINDACTA voltou atrás, não admitindo oficialmente que estavam realmente monitorando em suas telas as evoluções do OVNI. O caso do vôo 169, como passou a ser conhecido, levou muitas pessoas, ainda céticas em relação à presença extraterrena, a desenvolverem uma nova visão em relação ao assunto, devido à qualidade e número de testemunhas de credibilidade envolvidas. Como o próprio comandante Britto declarou em meio à polêmica, desmentir uma ou duas pessoas é fácil, mais 150 testemunhas...
Com o passar dos anos, quando o fenômeno ufológico for definitivamente reconhecido em termos mundiais, este caso será, com certeza, lembrado como um dos mais importantes episódios da história da ufologia brasileira e mundial. A coragem de Britto, ao revelar todos os detalhes da experiência, sem se preocupar com as possíveis repercussões - fossem elas ligadas à sua vida particular ou mesmo profissional - deveria servir de exemplo para aqueles que, mesmo tendo vivenciado experiências semelhantes, continuam a se manter em silêncio. Ao contrario de alguns que - de maneira irresponsável - divulgaram, ele não foi demitido, nem sofreu qualquer tipo de sanção por parte da empresa que trabalhava, ou qualquer outro órgão. Ao contrário, chegou mesmo a receber uma carta da VASP com elogios à sua conduta durante o voo. 
Quando tomamos atitudes firmes e embasadas na verdade, deixamos, certamente, pouco espaço para àqueles que desejam manter a ignorância, para melhor continuarem manipulando a humanidade, a partir de interesses geralmente inconfessáveis. O caso VASP, sem dúvida, é um bom exemplo desta realidade."

¹Uma passageira, Silézia Del Rosso, conta que o objeto brilhava como uma lâmpada de mercúrio, como essas de postes de iluminação. Já o comandante disse que o objeto mudava de cor, do vermelho para o laranja, sendo que, ao centro, o objeto era branco e azulado.
²NOTA DESTE BLOG - Segundo a WIKIPÉDIADom Aloísio Leo Arlindo Lorscheider, - foi passageiro do voo 169 da VASP e, segundo um relato ufológico’, não teria confirmado a observação ocular de um OVNI. Na ocasião, quando questionado sobre o porquê de não ir até a janela do avião ver o objeto, respondeu que - não queria saber dessas coisas’.
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(http://fchicoferreira.blogspot.com.br/2012/09/o-voo-169-da-vasp.html)

 

 

 

 

 

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"Revolução Húngara de 1956

 

Revolução Húngara de 1956
Parte da(o) Guerra Fria
1956 HungarianRevolution.gif
Cenas da revolução, em cinejornal da época.
Data 23 de Outubro a 10 de Novembro de 1956
Local República Popular da Hungria
Desfecho Vitória soviética, revolução esmagada
Intervenientes
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas União Soviética
Hungria ÁVH (Autoridade de Proteção de Estado)
Flag of the Hungarian Revolution (1956).svg Hungria
Principais líderes
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas Ivan Konev Flag of the Hungarian Revolution (1956).svg Imre Nagy
Forças
31.550 tropas
1.130 tanques[1]
Número desconhecido de milicianos, soldados e civis armados
Vítimas
722 mortos
1.251 feridos (apenas soviéticos)
2.500 mortos (est.)
13.000 feridos (est.)

 

A Revolução Húngara[2] de 1956 (em húngaro: 1956-os forradalom) foi uma revolta popular espontânea contra as políticas impostas pelo governo da República Popular da Hungria e pela União Soviética. O movimento durou de 23 de outubro até 10 de novembro de 1956.

A revolta começou como uma manifestação estudantil que atraiu milhares que marcharam pelo centro de Budapeste até o parlamento. Uma delegação de estudantes entrando no prédio da rádio em uma tentativa de transmitir as suas demandas foi detida. Quando a libertação da delegação foi exigida pelo manifestantes do lado de fora, ele foram alvejados pela Autoridade de Proteção de Estado (ÁVH) de dentro do prédio. As notícias espalharam-se rapidamente e desordem e violência erupcionaram por toda a capital.

A revolta espalhou-se rapidamente pela Hungria, e o governo caiu. Milhares organizaram-se em milícias, combatendo a Polícia de Segurança do Estado (ÁVH) e as tropas soviéticas. Comunistas pro-soviéticos e membros da ÁVH eram frequentemente executados ou aprisionados, enquanto os antigos prisioneiros eram libertados e armados. Conselhos improvisados tiraram o controle municipal do Partido dos Trabalhadores Húngaros e exigiram mudanças políticas. O novo governo formalmente dissolveu a ÁVH, declarou a sua intenção de se retirar do Pacto de Varsóvia e prometeu livres eleições restabelecidas. Pelo final de outubro, as lutas tinham quase parado e um senso de normalidade começava a retornar.

Depois de anunciar a boa vontade para negociar uma retirada das forças soviéticas, o Politburo mudou de ideia e decidiu suprimir a revolução. Em 4 de novembro, um grande exército soviético invadiu Budapeste e outras regiões do país. A resistência húngara continuou até 10 de novembro. Mais de 2.500 soldados húngaras e 700 tropos soldados foram mortas no conflito, e 200.000 húngaros fugiram, passando a ser refugiados. Prisões em massa e denúncias continuaram durante meses. Em janeiro de 1957, o novo governo soviético instalado suprimiu toda a oposição pública. Essas ações soviéticas fizeram duvidar das suas convicções muitos marxistas ocidentais, ainda mais pelo brutal reforço do controle soviético na Europa Central.

Discussões públicas sobre essa revolução foram reprimidas na Hungria por trinta anos, mas desde os anos 1980 ela tem sido objeto de intenso estudo e debate. Na inauguração da Terceira República da Hungria em 1989, 23 de outubro foi declarado feriado nacional.

Índice

Antecedentes

Durante a Segunda Guerra Mundial, a Hungria foi membro das potências do Eixo. Em 1941, forças húngaras participaram da ocupação da Iugoslávia e da invasão da União Soviética. Por volta de 1944, exércitos soviéticos estavam avançando em direção à Hungria e o governo começou o negociações de um armistício com os Aliados, que acabaram com a ocupação alemã e mudança de regime. Em 1945, forças húngaras e alemãs foram derrotadas por exércitos soviéticos.

Depois da Segunda Guerra Mundial, as Forças Armadas Soviéticas ocuparam a Hungria e gradualmente substituíram o governo eleito de coalizão pelo Partido de Pequenos Produtores Independentes, Trabalhadores Agrários e Cívicos com um governo dominado pelo Partido Comunista Húngaro.[3] Nacionalização radical da economia baseada no modelo soviético produziu estagnação econômica, baixos padrões de vida e um profundo mal-estar.[4] Escritores e jornalistas foram os primeiros a abrir publicamente o criticismo, publicando artigos críticos em 1955.[5] Por 22 de outubro de 1956, estudantes da Universidade Técnica tinham ressuscitado a banida união dos estudantes MEFESZ,[6] e organizaram uma manifestação em 23 de outubro que começava uma cadeia de eventos levando diretamente à revolução.[7]

Ocupação pós-guerra

Depois da Segunda Guerra Mundial, a Hungria caiu na esfera de influência soviética e foi ocupada pelo Exército Vermelho.[8] Em 1949, os soviéticos tinham concluído um tratado de assistência mútua com a Hungria que garantia direitos à União Soviética para uma contínua presença militar, assegurando o último controle político.[9]

A Hungria começou o período pós-guerra como uma livre democracia pluripartidária, e as eleições em 1945 produziram um governo de coalizão sob o primeiro ministro Zoltán Tildy.[10] Entretanto, o Partido Comunista, apoiado pela União Soviética, que tinha recebido somente 17% dos votos, constantemente obtinha pequenas concessões em uma processo nomeado "táticas salami", que fatiava a influência do governo eleito.[11]

Depois das eleições de 1945, os poderes do Ministro do Interior - que supervisionava a Autoridade de Proteção de Estado (ÁVH) - foram transferidos do Partido dos Pequenos Proprietários Independentes para gente de confiança do Partido Comunista.[12] A ÁVH empregava métodos de intimidação, falsas acusações, prisões e tortura para suprimir a oposição política.[13] O breve período de democracia pluripartidária acabou quando o Partido Comunista fundiu-se com o Partido Social-Democrata para se tornar o Partido Popular dos Trabalhadores Húngaro, cuja lista de candidatos foi a votos sem oposição em 1949. A República Popular Húngara foi então declarada.[3]

Repressão política e declínio econômico

A Hungria tornou-se um estado comunista sob a severamente autoritária liderança de Mátyás Rákosi.[14] A Polícia de Segurança (ÁVH) começou uma série de expurgações de mais de 7000 dissidentes, que eram denunciados como "titoístas" ou "agentes ocidentais", e forçados a se confessarem em processos públicos, depois dos quais eles eram realocados para campos no leste da Hungria.[15][16]

De 1950 a 1952, a Polícia de Segurança forçadamente realocou milhares de pessoas para obter propriedades e moradias para os membros do Partido Popular dos Trabalhadores, e remover a ameaça da classe intelectual e burguesa. Milhares foram presos, torturados, julgados e aprisionados em campos de concentração, deportados para o leste, ou eram executados, incluindo o fundador da ÁVH László Rajk.[15][17] Em um único ano, mais de 26.000 pessoas foram forçadamente realocadas de Budapeste. Como uma consequência, empregos e moradias eram muito difíceis de se obter. Os deportados geralmente experimentavam terríveis condições de habitação e eram recrutados para trabalho escravo em fazendas coletivas. Muitos morreram como resultado das pobres condições de vida e desnutrição.[16]

O estudo do idioma russo e instrução política comunista foram tornados parte do currículo escolar e universitário pelo país. Escolas religiosas foram nacionalizadas e líderes de igrejas foram substituídos.[18] Em 1949 o líder da Igreja Católica Húngara, cardeal József Mindszenty, foi preso e condenado à prisão perpétua por traição.[19] Sob o comando de Rákosi, o governo húngaro era um dos mais repressores na Europa..[3][17]

A economia húngara pós-guerra sofreu de múltiplos baques. A Hungria concordou em pagar reparações de guerra de aproximadamente US$300 milhões à União Soviética, Tchecoslováquia e Iugoslávia, e apoiar tropas soviéticas.[20] O Banco Nacional Húngaro em 1946 estimou o custo das reparações "entre 19 e 22 por cento das receitas nacionais anuais".[21] Em 1946, o pengő, moeda húngara, passou por depreciação, resultando nos mais altos índices de hiperinflação conhecidos.[22] A participação da Hungria na COMECON (Conselho de Assistência Econômica Mútua), impediu-a de de fazer comércio com os países do oeste europeu ou se receber empréstimos pelo Plano Marshall.[23] Apesar da renda nacional per capita ter crescido no primeiro terço dos anos 1950, deduções dela para financiar investimentos industriais aconteciam, além de assinaturas compulsórias para obrigações estatais. Erros de gerenciamento e a má situação financeira criaram falta crônica de alimentos básicos, resultando no racionamento de pão, açúcar, farinha e carne.[24] Assim, a renda real disponível para os trabalhadores e empregados em 1952 era de dois terços do que fora em 1938, ao passo que, comparado a 1949, a proporção era de 90%.[25] Essas políticas tiveram um efeito negativo cumulativo e aumentaram o descontentamento, assim como os débitos estrangeiros cresceram e houve escassez de bens.[4]

Cronologia

O levante húngaro começou em 23 de Outubro de 1956, com uma manifestação pacífica de estudantes em Budapeste. Exigiam o fim da ocupação soviética e a implantação do "socialismo verdadeiro". Quando os estudantes tentaram resgatar alguns colegas que haviam sido presos pela polícia política, esta abriu fogo contra a multidão.

No dia seguinte, oficiais e soldados juntaram-se aos estudantes nas ruas da capital. A estátua de Josef Stálin foi derrubada por manifestantes que entoavam, "russos, voltem para casa", "abaixo Gerő" e "viva Nagy". Em resposta, o comitê central do Partido Comunista Húngaro recomendou o nome de Imre Nagy para a chefia de governo.

Em 25 de outubro, tanques soviéticos dispararam contra manifestantes na Praça do Parlamento. Chocado com tais acontecimentos, o comitê central do partido forçou a renúncia de Gerő e substituiu-o por Imre Nagy.

Nagy foi à Rádio Kossuth e anunciou a futura instalação das liberdades, como seja o multipartidarismo, a extinção da polícia política, a melhoria radical das condições de vida do trabalhador e a busca do socialismo condizente com as características nacionais da Hungria.

Em 28 de outubro, o primeiro-ministro Nagy vê as suas opções serem aceites por todos os órgãos do Partido Comunista. Os populares desarmam a polícia política.

Em 30 de outubro, Nagy comunicou a libertação do cardeal Mindszenty e de outros prisioneiros políticos. Reconstituíram-se os Partidos dos Pequenos Proprietários, Social-Democrata e Camponês Petőfi. O Politburo Soviético decide, numa primeira fase (30 de Outubro) mandar as tropas sair de Budapeste, e mesmo da Hungria se viesse essa a ser a vontade do novo governo. Mas no dia seguinte volta a trás e decide-se pela intervenção militar e instauração de um novo governo. A 1 de Novembro, o governo húngaro, ao tomar conhecimento das movimentações militares em direcção a Budapeste, comunica a intenção húngara de se retirar do Pacto de Varsóvia e pede a protecção das Nações Unidas.

A 3 de Novembro, Budapeste está cercada por mais de mil tanques. Em 4 de novembro, o Exército Vermelho invade Budapeste, com o apoio de ataques aéreos e bombardeamentos de artilharia a Hungria, derrotando rapidamente as forças húngaras. Calcula-se que 20 000 pessoas foram mortas durante a intervenção soviética. Nagy foi preso (e posteriormente executado) e substituído no poder pelo simpatizante soviético János Kádár. Mais de 2 mil processos políticos foram abertos, resultando em 350 enforcamentos. Dezenas de milhares de húngaros fugiram do país e cerca de 13 mil foram presos. As tropas soviéticas apenas saíram da Hungria em 1991.

Ver também

Referências

  1. variam largamente no número de forças soviéticas envolvidas na intervenção. O Comitê Especial para o Problema da Hungria da (1957) estimou 75.000-200.000 tropas e 1.600-4.000 tanques OSZK.hu (p. 56, para. 183), mas arquivos soviéticos liberados recentemente (disponíveis em Lib.ru, Biblioteca de Maksim Moshkow) lista a força das tropas soviéticas como 31.550 tropas com 1.130 tanques e peças de artilharia autopropulsada. Lib.ru (em russo)
  2. Referências alternativas são "Revolta Húngara" e "Insurreição Húngara". O termo "revolução" é usado assim para convenções tanto inglesas (ver pano de fundo do Departamento de Estado dos EUA na Hungria) quanto húngaras ("forradalom"). Há uma distinção entre a "completa destruição" de uma revolução e uma insurreição ou revolta que talvez não seja bem sucedida (Oxford English Dictionary). O evento húngaro de 1956, apesar de ter tido vida curta, é uma verdadeira "revolução" na qual o governo da situação foi de fato deposto. Ao contrário de "coup d'etat" ou "putsch", que implicam ação de poucos, a revolução de 1956 foi efetivada pelas massas.
  3. a b c "Por 1948, líderes dos partidos não-comunistas tinham sido silenciados, tinham fugido para o estrangeiro ou tinham sido presos, e, em 1949, a Hungria oficialmente tornou-se uma República Popular. O poder real estava nas mãos de Mátyás Rákosi, um comunista treinado em Moscou. Sob o seu regime, a Hungria foi modelada mais e mais fechada com o padrão soviético. Liberdade de expressão e liberdade individual cessaram de existir. Aprisionamentos arbitrários tornaram-se comuns e expurgos foram empreendidos, ambos dentro e fora das fileiras do Partido. Em junho de 1949, o Ministro do Exterior, László Rajk, foi preso; ele foi acusado de tentar destruir a ordem democrática e enforcado. Muitas outras pessoas foram vítimas de ação similar.(1) Isso era feito mais facilmente pelo aparato da polícia de segurança do Estado, ou ÁVH, usando métodos de terror nas mãos do regime, que se tornaram identificados com o regime de Rákosi nas mentes das pessoas." Comitê Especial para o Problema da Hungria da Assembleia Geral da ONU (1957) (1957) Chapter II. A (Developments before 22 October 1956), paragraph 47 (p. 18), 1.47 MB
  4. a b Library of Congress: Country Studies: Hungary, Chapter 3 Economic Policy and Performance, 1945–85. Retrieved 27 August 2006.
  5. Comitê Especial para o Problema da Hungria da Assembleia Geral da ONU (1957) Chapter II. A (Developments before 22 October 1956), paragraphs 49 (p. 18), 379–380 (p. 122) and 382–385 (p. 123), 1.47 MB
  6. Crampton, R. J. (2003). Eastern Europe in the Twentieth Century–and After, p. 295. Routledge: London. ISBN 0-415-16422-2.
  7. Szolcsányi, János (11 2005). Szegedi szikra gyújtotta fel az ’56-os forradalmi lángot (em húngaro). Página visitada em 30/10/2009. "A forradalom szikrája Szegedről pattant ki, mivel október 16–21. között nem csupán reformgondolatokat, hanem pontokba foglalt politikai követeléseket először itt fogalmaztak meg, és ezek megvalósításához a párttól (MDP, DISZ) független szervezetet alapítottak, országos szintű aktív cselekvési programmal. A küldöttek késedelem nélküli szétrajzása vezetett országos szintű forradalmi megmozdulásokhoz és azok betetőzéséhez, nevezetesen olyan közismert eseményekhez, melyek Budapesten október 23-tól a forradalom és szabadságharc kitöréséhez vezettek. (János Szolcsányi (Budapeste - 24/02/1938-) Membro da Academia Húngara de Ciências, professor universitário)"
  8. The Library of Congress: Country Studies; CIA World Factbook. Acessado em 13/10/2006.
  9. Em 1949, os partidos comunistas regulamentados dos estados fundadores do Conselho Pra Assistência Econômica Mútua eram também ligados internacionalmente através do Cominform Library of Congress Country Studies Appendix B – Germany (East)
  10. Norton, Donald H. (2002). Essentials of European History: 1935 to the Present, p. 47. REA: Piscataway, New Jersey. ISBN 0-87891-711-X.
  11. Kertesz, Stephen D.. Diplomacy in a Whirlpool: Hungary between Nazi Germany and Soviet Russia, Chapter VIII (Hungary, a Republic), p.139-52. [S.l.]: University of Notre Dame Press, Notre Dame, Indiana, 1953. ISBN 0-8371-7540-2 Acessado em 8/10/2006
  12. UN General Assembly Special Committee on the Problem of Hungary (1957) Chapter IX D, para 426 (p. 133), 1.47 MB
  13. UN General Assembly Special Committee on the Problem of Hungary (1957) Chapter II.N, para 89(xi) (p. 31), 1.47 MB
  14. Video: Hungary in Flames CEU.hu produtor: CBS (1958) - Fonds 306, Materiais audiovisuais relacionados à evolução Húngara de 1956, Arquivo OSA, Budapeste, número ID da Hungria: HU OSA 306-0-1:40}}
  15. a b Tőkés, Rudolf L. (1998). Hungary's Negotiated Revolution: Economic Reform, Social Change and Political Succession, p. 317. Cambridge University Press: Cambridge. ISBN 0-521-57850-7
  16. a b John Lukacs. Budapest 1900: A Historical Portrait of a City and Its Culture. [S.l.]: Grove Press, 1994. p. 222. ISBN 9780802132505
  17. a b Gati, Charles. Failed Illusions: Moscow, Washington, Budapest and the 1956 Hungarian Revolt. [S.l.]: Stanford University Press, September-2006. ISBN 0-8047-5606-6 (page 49). Gati descreve "as formas mais horríveis de tortura psiológica e física... O reino do terror (pelo governo de Rákosi) apagou-se para ser mais rigoroso e mais extenso do que era em qualquer dos outros satélites soviéticos nas Europas Central e do Leste". Ele além disso referencia um relatório preparado depois do colapso do comunismo, a Comissão de Busca de Fatos Torvenytelen szocializmus (Socialismo sem Lei): "Entre 1950 e o início de 1953, os tratados de cor com 650.000 casos (de crimes políticos), dos quais 387.000 ou 4 por cento da população foi declarada culpada. (Budapest, Zrinyi Kiado/Uj Magyarorszag, 1991, 154).
  18. Burant (Ed.), Stephen R.. Hungary: a country study (2nd Edition). [S.l.]: Federal Research Division, Library of Congress, 1990. 320 pages p., Capítulo 2 (A sociedade e seu ambiente) "Religão e organização religiosa"
  19. Douglas, J. D. and Philip Comfort (eds.) (1992). Who's Who in Christian History, p. 478. Tyndale House: Carol Stream, Illinois. ISBN 0-8423-1014-2
  20. The Avalon Project at Yale Law School: Armistice Agreement with Hungary; 20 de janeiro de 1945. Acessado em 27/08/2007.
  21. Kertesz, Stephen D.. Diplomacy in a Whirlpool: Hungary between Nazi Germany and Soviet Russia, Memorandum of the Hungarian National Bank on Reparations, Appendix Document 16. [S.l.]: University of Notre Dame Press, Notre Dame, Indiana, 1953. ISBN 0-8371-7540-2 Página visitada em 08/10/2006.
  22. Magyar Nemzeti Bank - English Site: History Acessado em 27 de agosto de 2006. De acordo com o artigo da Wikipédia anglófona , era de 4,19 * 1016 por cento por mês (preços dobravam a cada quinze horas).
  23. Kertesz, Stephen D.. Diplomacy in a Whirlpool: Hungary between Nazi Germany and Soviet Russia, Chapter IX (Soviet Russia and Hungary's Economy), p. 158. [S.l.]: University of Notre Dame Press, Notre Dame, Indiana, 1953. ISBN 0-8371-7540-2 Página visitada em 10/10/2006.
  24. Bognár, Sándor; Iván Pető, Sándor Szakács. A hazai gazdaság négy évtizedének története 1945–1985 (The history of four decades of the national economy, 1945–1985). [S.l.]: Budapest: Közdazdasági és Jogi Könyvkiadó, 1985. ISBN 9632215540 pp. 214, 217 (em húngaro)
  25. Transformation of the Hungarian economy The Institute for the History of the 1956 Hungarian Revolution (2003). Acessado em 27/08/2006.
 
 

 


 

 

 

 

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