[Monte Filho]

Era costume na cidade de Barras do Marathaoan - Piauí, no início da segunda metade do século vinte, principalmente nos anos 50 e 60, quando um cidadão comprava um caminhão batizá-lo com um nome.

 
Neste momento, me vem a memória alguns deles, por exemplo:
 
O Dr. José Osório Pires da Mota (Zeca Mota) batizou o seu primeiro caminhão com o nome de “Ferida Braba”. O caminhão de Alcides do Rêgo Lages era conhecido como “Barulhento”. O Chico Cardoso tinha o “Piratininga”. Raimundo Gonçalves (Dico Gonçalves) tinha o “Verdin do Pacujá”. Antenor de Castro Rêgo era dono do caminhão “Babaçu”, o Ajuricaba tinha o "Bonitão". Edmar de Carvalho Rocha tinha o “Café com Leite”.O Antonio Curicaca tinha o "Gavião Malvado" . O caminhão de Doza Fernandes era o "Jacutinga". Tinha também o caminhão de "Seu Peba".
 
Sei de outras pessoas que tinham caminhão mas não sei o apelido: Antônio Carvalho (Seu Tôin), a Prefeitura de Barras, Chico Luís, Waldemar Cabeção, Hadock Dias, Chico Cassiano, e Ananias Araújo..
 
Nessa época, todo caminhão tinha um Chofer e um ajudante. Ficaram na história alguns motoristas como: Crueira, Peba, Gregório Grego Fernandes, Motorista Gregório, Quincas Rêgo, Enoque Avelino, João Martins, Hosano, Zeca Candeia, Sebastião Bodó, Chico Cardoso, Chiquin Cardoso, Noca, Nonatão, Curicaca, Jesus da Dona Calu, Wenceslau Lustosa, Raimundin Lustosa, Domingos Alinhado, Antonio Chofer, Leônidas Brasil, Carlos Alberto Lustosa, Antonio Felício, Chico Preto, Paulo Afonso Correia...
 
Quem souber de outros nomes, de caminhões e de motoristas, acrescente, contribua com esta história da Terra dos Governadores e boa viagem.
 
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Pelo Facebook, em resposta ao relato do professor Monte Filho, conterrâneos do autor escreveram:
Gilson Lages Rego Lembro o motorista q trabalhou com meu pai Waldemar o nome dele era Valdecir
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Regina Medeiros Pinto Fobica do Sr. Antônio Teotônio
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Assis Tavares Antonio "Bodó", goleiro do Marathaoan Esporte Clube, foi motorista do caminhão do Prefeito Toinho Carvalho.
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Ademir De Castro Lima Cardoso Acho que essa é a Igreja antiga (fundo). Presumo.
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Mercia Prado Meu pai Juarez Ximenes do Prado teve um caminhão amarelo q chamava Canarinho e o motorista era Sr.Jose Gomes o
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Assis Mesquita Alcides Lages tinha um Jipe chamado "Fura Mundo". O motorista era o Joao Martin.
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Assis Mesquita O " Cobica" era motorista do FARGO do Seu Dico.
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Assis Mesquita O Hosano era motorista do "Verdim do Pacuja."
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Francisco Rocha Sebastião Bodo, Antonio Chofer, Leônidas Brasil, Carlos Alberto Lustosa, Raimundinho Lustosa, Nonatao, Antonio Felício, Chico Preto, Domingos Alinhado etc. estes eram motoristas
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Robinho Lustosa A nossa linda Igreja que foi destruída o fundo da igreja pois à frente e para o Rio.
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Conceição Pires "Gavião Malvado " o dono era o Sr. Curicaca.
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Luiz Henrique Nunes Carvalho Lembrei de um motorista que trabalhou para o Sr.Frazim (Eufrasio ferreira de carvalho)
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Luiz Henrique Nunes Carvalho E se eu não estou enganado o caminhão era um Dooge
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Assis Dias Meu prezado amigo Monte Filho você têm uma excelente memória qual é o segredo dessa memória tão radiante? Aproveito para lhe perguntar você conheceu os meus avós maternos Cornélio Dias, e sua esposa Maria Amália de Assunção ambos moravam no Bosque município de Barras-PI?
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Ademir De Castro Lima Cardoso Em Porto, quando cheguei lá, em 1973, todas as semanas, seu Enoque vinha de Barras em um Caminhão branco, do Seu Antonio Carvalho ou para pegar ou deixar côco babaçu. Seu Enoque tinha um filho no Banco do Estado, em Barras, acho qie o nome era Zizi (ou coisa parecida).
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Ceicinha Dcastro Me lembro desta tradição.
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Nilson Carlos Muito bom relembrar essas Histórias de Nossa Querida Barras do Marataoan ..
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Nilson Carlos Histórias que não faz parte de minha geração porém é gratificante entender......
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Wildson Gonçalves Conheci e convivi com muitos desses motorista, que era uma profissão prestigiada é admirada na época . Acrescento o Zé Gomes, Zeca Candeira ( casado com a Dos Santos, filha de dona Tiotonia) , Gregório Fernandes , João Martins( motorista da prefeitura), Chico Cassiana( filho do sr Luizinho Correia da Formosa) , Paulo Afonso Correia.
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Wildson Gonçalves O caminhão da foto conheci muito: era um Ford “rocket” 3/4, cor amarela, modelo avançado para época , de propriedade do Sr Chico Luiz, dirigido pelo Cori, seu filho. Viajava muito para fazenda Maribondo. Na foto está no posto de gasolina que havia atráVer mais
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Nilson Carlos Nosso amigo Paulo Henrique deve saber mais detalhe dessa História.
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Monte Filho Esta Loja é em Barras onde hoje foi a Pensão da Dona Chiquinha e hoje é o comercio da Iris Morais. Observem que tem um automóvel e um caminhão bastante antigos. Devem pertencer à Família Gervásio Costa proprietária da loja. Primeiros automóveis de Barras ? Não sei.
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Vilminha Gonçalves Velho Gervásio era casado com uma irmã de minha avó Áurea Tito Gonçalves, mãe de meu pai.
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Williams Krishnamurti Me hospedei muito na pensão de Dona Chiquinha, quando meu pai foi Delegado em BARRAS. Na época ele era Tenente, Ten. ASSUNÇÃO. Pedro Assunção.
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Pablo Beserra de Miranda Ribeiro era motorista dos meus avós José Batista de Carvalho e Maria Bezerra na Boca da Mata fazia viagem com seu caminhão a Barras.
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Maria José Melo Mesquita O Jesus da dona Calu, Pé de Chibanca.
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Gema Galgani Carvalho Fontes O meu avô Francisco da Costa Veloso.tinha um jepp.chamava-se ^Eterna Vigilância "
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Maria Do Carmo Tinha 4 portas
Bom saber desse apelido Gema
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Maria Do Carmo Meu Pai tinha uma carroça, a Burra era a Medalha e o carroceiro Manuel Guilherme .
Ele dizia que eram muitos amigos e iam morrer de barriga cheia.
Medalha morreria num sabado, 
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Dílson Lages Monteiro Que linda, divertida e sincera crônica. Escrita com as tintas verdadeiras do afeto, ou nos tempos da era digital, com a extensao mais real dos neurônios no tato de cada clics. Li como se estivesse nessa carroça. Emocionante ler!
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Tereza Frota Acho que o papai teve desses, não lembro bem. Tu lembra Monte?
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Monte Filho Acho que o do Hadock era um modelo mais novo...
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Vitória Régia Velha Barras de belas recordações. Lembro muito dos motoristas do meu pai Ananias, principalmente o Venceslau q me chamava Vitória da Conquista, cidade baiana q ele contava que conhecerá.
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Dílson Lages Monteiro Registra-se que Coronel Alfredo Pires Lages e seu sócio, o sobrinho Nelson Pires Alves, tiveram caminhão na década de 1930, que fazia com frequência viagens a Parnaíba em atividades comerciais. O nome do profissional do volante era Paulo Piauí.