• 18:42:49 Luiz Filho saindo da conversa...
  • 18:42:36 Luiz Filho entrando na conversa...
  • 18:42:04 Luiz Filho saindo da conversa...
  • 18:41:57 Moderador saindo da conversa...
  • 18:41:26 Luiz Filho Boa noite.
  • 18:41:17 Luiz Filho Amigos, esse bate-papo foi muito agradável, mas precisamos encerrá-lo. Agraço a todos pela participação.
  • 18:40:51 Moderador Agradecemos a todos pela participação, em especial ao poeta Luiz Filho de Oliveira. Boa noite!
  • 18:40:07 Luiz Filho Certamente, prcuro exercitar minha poesia, mas há momentos em que ela não vem, como bem o disse Drummond.
  • 18:39:11 Luiz Filho Nesse livro, agora, quero trabalhar melhor a divulgação.
  • 18:38:59 Geovane ainda quanto à produção, há momentos intensos e há momentos hiatos?
  • 18:38:35 Luiz Filho Em meu primeiro livro, fui um tanto rresponsável com esse lado do público, pois não me esforcei o bastante para divulgar o livro, apesar de ter "despachado quase mil livros, o que ainda é pouco e muito.
  • 18:36:31 Luiz Filho esferográfica ou um teclado. Quando posso, no entanto, faço todo um ritual para iniciar minha escritura de poemas.
  • 18:35:24 Luiz Filho Geovane, meus horários são os mesmos de que dispunha um João Guimarães Rosa, ou seja, escrevo a qualquer moemnto, em qualquer lugar, dentro do possível. Pra isso, gosto de estar sempre "armado" de papel-e-lápis, mesmo que seja uma
  • 18:34:15 Geovane O título Onde humano, a meu ver, é mais sugestivo que bardoamar. (in) dependente disso, o senhor acredita que terá um público maior de leitores?
  • 18:33:10 Luiz Filho Não sou um escritor revolucionário, ou como quer, por exemplo, o poeta Roberto Piva, com uma vida experimental. Sou um cidadão quase comum. Gosto da minha língua; por isso, quero trabalar com ela.
  • 18:31:27 Luiz Filho Geovane, acredito que o melhor para o escritor é colaborar com o que ele tem de melhor enquanto conteúdo e, além disso, polemizar e inovar no uso da língua, sua matéria-prima.
  • 18:29:34 Geovane o senhor tem horários específicos para escrever ou acontece "de repente"?
  • 18:29:09 Luiz Filho Já, em Onde Humano, o que fiz foi juntar textos avulsos para, depois disso, vê o que eles tinham em comum a fim, de que os dividisse em partes.
  • 18:28:00 Luiz Filho Geovane, é isso que estava "falando" com Cícero. Onde Humano, na verdade, é feito de poemas mais antigos do que os de BardoAmar. Além do que, em BardoAmar, eu me propuis a escrever um livro "do nada".
  • 18:27:00 Geovane Qual seria o papel hoje do escritor?
  • 18:26:36 Cícero O que mudou em sua poesia do primeiro livro para este?
  • 18:26:25 Luiz Filho Com isso, procurei diversificar o conteúdos dos poemas para mostrar meu desempenho tratanto de temas variados. E, mesmo, porque esse segundo livro tem uma origem mais fragmentada na sua concepção.
  • 18:25:00 Geovane Em que seu segundo livro se distancia do primeiro?
  • 18:24:35 Luiz Filho Cícero, mudou somente a abragência dos temas, já que a postura ainda é a mesma, com algum acréscimo de responsabilidade, pois não sou mais "apenas um iniciante".
  • 18:23:38 Geovane Escritor, onde o senhor foi buscar forças para trabalhar a linguagem fragmentada, um tanto "virtual"?
  • 18:23:14 Luiz Filho Boa noite, Geovane.
  • 18:22:46 Luiz Filho Assim, o onde pode siginificar o próprio palneta Terra, o meu país, meu estado, minhas cidades e, ainda, meu bairro. Todos esses são lugares de e para onde escrevo poesia
  • 18:22:00 Geovane Boa noite, poeta!
  • 18:21:43 Cícero O que mudou em sua poesia do primeiro livro para este?
  • 18:21:31 Geovane entrando na conversa...
  • 18:20:32 Luiz Filho Caio, o "Onde", no título do livro, refere-se a uma séria de lugares. è como fiz no poema "Catalogação da obra ou o poema dá obragem", que está postado no meu blog.
  • 18:20:32 Luiz Filho Caio, o "Onde", no título do livro, refere-se a uma séria de lugares. è como fiz no poema "Catalogação da obra ou o poema dá obragem", que está postado no meu blog.
  • 18:20:30 Luiz Filho Exatamente, Cícero. E a metalinguagem fica reforçada por conta dos poemas ao longo do livro, já que procuro neste livro também dar uma unidade ao conteúdo.
  • 18:20:30 Luiz Filho Caio, o "Onde", no título do livro, refere-se a uma séria de lugares. è como fiz no poema "Catalogação da obra ou o poema dá obragem", que está postado no meu blog.
  • 18:20:20 Luiz Filho Desculpem a demora, mas está havendo algum problema na rede.
  • 18:20:11 Luiz Filho Exatamente, Cícero. E a metalinguagem fica reforçada por conta dos poemas ao longo do livro, já que procuro neste livro também dar uma unidade ao conteúdo.
  • 18:19:55 Luiz Filho Caio, o "Onde", no título do livro, refere-se a uma séria de lugares. è como fiz no poema "Catalogação da obra ou o poema dá obragem", que está postado no meu blog.
  • 18:17:04 Luiz Filho Exatamente, Cícero. E a metalinguagem fica reforçada por conta dos poemas ao longo do livro, já que procuro neste livro também dar uma unidade ao conteúdo.
  • 18:12:19 Luiz Filho Exatamente, Cícero. E a metalinguagem fica reforçada por conta dos poemas ao longo do livro, já que procuro neste livro também dar uma unidade ao conteúdo.
  • 18:09:52 Caio Reis No título, o Onde representa o que especificamente?