Dilson Lages Monteiro Sexta-feira, 23 de junho de 2017

Conversa de Escritor - Resumo

Convidado: Poeta Luiz Filho de Oliveira
Tema: Das bocadas infernéticas: a sátira de Luiz Filho
Dia: 26/07/16
Horário: 19h50


(21:29:35) Luiz Filho Nós, Geovane.
(21:29:32) zipvaladares@yahoo.c Boa noite, meus caros. Vou ali, que uma cerveja me chama. Apareça Filhinho.
(21:29:32) zipvaladares@yahoo.c Boa noite, meus caros. Vou ali, que uma cerveja me chama. Apareça Filhinho.
(21:29:07) Dilson Lages saindo da conversa...
(21:28:53) Geovane Monteiro Boa noite a todos! E sucesso nessa nova empreitada , Luiz! Talento você tem!
(21:28:41) Luiz Filho Boa noite, meu povo!
(21:27:26) Luiz Filho Boa noite, Cunha e Silva Filho.
(21:26:58) Luiz Filho De muitos lugares, Valadares. Até de lugar nehum. kkk
(21:26:43) Cunha filho Valeu muito o nosso bate-papo . Foi proveitoso mais do que tudo. Viva a poesia! Viva Luiz Filho de Oliveira.Boa noite!
(21:26:19) Luiz Filho Pessoal, desculpem se não respondi a alguma pergunta, mas a velocidade não é o meu forte. kkkk
(21:25:45) zipvaladares@yahoo.c Atualmente, a tua palavra vem da Primavera ou do Porenquanto...
(21:25:32) Dilson Lages Agradecemos a todos pela participação no Bate-papo de Entretextos, especialmente ao poeta Luiz Filho de Oliveira. Boa noite a todos.
(21:25:27) Luiz Filho Gente, foi um prazer receber todos vcs.
(21:24:33) Luiz Filho Sem dúvida alguma, Valadares. O subversivo é o tanto de experimentalismo e de temas apoéticos que podem ser experimentados.
(21:23:33) Cunha filho Na sua crítica à internet é curioso o que todos nós fazemos, faz-se a crítica e ao mesmo tempo nos aproveitamos do tempos loucos e infernéticos. Essa é uma contradição a que não podemeos fugir. Mas, poesia de boa qualidade, ou de alta qualidade, muitas vezes não passa de uma contradição. Sem esta última, nos tornamos rasos e estúpidos.
(21:23:22) Luiz Filho Muitas complicações, Geovane, como, de resto, é avida. A internet não é nada mais do que a vida acelerada. O resto nós já sabemos de cor.
(21:22:43) zipvaladares@yahoo.c Sei da sua retidão, mas sei também que és chegado a desvios. A tua escrita é subversiva...
(21:21:21) Luiz Filho Na leitura das atitudes que são satirizadas, Geovane. O reflexo dessa
(21:20:52) Geovane Monteiro O que esperar do nosso tempo “ infernético”?
(21:19:10) Geovane Monteiro Em Das Bocadas Infernéticas, como os poemas visuais, com suas palavras entrecortadas reagem ao boom do mundo virtual, alcunhado por Zygmunt Bauman, em sentido lato, de “sociedade líquida”?
(21:18:49) Luiz Filho Valeu, Wilson. Abração.
(21:18:37) Luiza Cantanhêde saindo da conversa...
(21:18:18) Luiz Filho O tudo e o todo, Valadares. kkk
(21:17:42) Luiza Cantanhêde Muito bom participar, perguntas e respostas importantíssimas ( aprendi mais um pouquinho) boa noite a todos
(21:17:23) Luiz Filho Questão complicada, Geovane. Simplesmente (ou trabalhosamente!) o poema nasce de uma ideia que surge influenciada por uma cena, por uma leitura, uma música... Aí é ver o que está sendo sugerido e trabalhar com o conhecimento adquirido. Nesse aspecto, pra mim que estudei Letras, o conhecimento da língua, de sua história, de seus matizes profundos.
(21:15:48) Luiza Cantanhêde Muito bem Luiz, no meio de tantas, sempre encontramos nossa voz
(21:14:43) JOSENETO1984 saindo da conversa...
(21:14:37) JOSENETO1984 Obrigado pelo convite, Luiz. Que mais construções surjam da tua verve. Boa noite.
(21:14:13) Luiz Filho Até o meio da canela, Luíza. Mas, claro, como disse, sou eu de um lado, tentando inscrever minha originalidade, e os outros o tempo quase todo me chamando pra eles. Isso é bom. Escrevo sem me preocupar com isso. Mas o que resta, aquilo que escrevo, sou eu vindo deles e de mim...
(21:11:56) Luiz Filho Sou romântico somente pela lado da rebeldia a que o Romantismo se propôs, Valadares. Nada de coisinhas doces, mas claro gosto delas também (Tá vendo, estou sendo contraditório como os românticos!! Kkkk).
(21:10:16) Luiz Filho Aqueles de que mais me aproximo, Cunha e Silva Filho, estão marcados na minha poesia, que vc tão bem conhece.
(21:08:52) Wilson saindo da conversa...
(21:08:39) Wilson Luiz, agradeço o convite. Fiquei mais lendo do participando. Foi bacana conhecer melhor seu processo criativo. Devo sair agora. Boa noite para todos. Abraços
(21:08:34) zipvaladares@yahoo.c Filhinho, o que mais te alucina, quando escreves, o tudo ou o todo...
(21:08:00) Geovane Monteiro Acompanhando aqui a indagação de Zipvaladares@yahoo.com, como equilibrar numa mesma obra, ou até num mesmo poema, ( ou a expressão para Das Bocadas Infernéticas não seria equilíbrio?) lirismo, sátira e romantismo?
(21:07:46) Luiz Filho 2 Pessoal, desculpem a repetição. Esse computador não vai aguentar esse ritmo... kkkk
(21:07:10) Luiza Cantanhêde Luiz, Roland Barthes, diz que \"todo texto é um intertexto; outros textos estão presentes nele, em níveis variáveis, sob formas mais ou menos reconhecíveis\" Suas \" bocadas\" se inserem neste contexto até que ponto?
(21:06:45) Paulo Tabatinga saindo da conversa...
(21:06:22) Luiz Filho Elas estão salvas pela internet, Vívian. Mas o Valadares diz isso porque ele acompanhou o processo de criação de BardoAmar (que depois vou enviar pra vc, junto com meu Onde Humano). Mas a reescritura é uma estratégia que utilizo pra melhorar e desacralizar o texto original. Se tiver uma sacada em cima de um poema já publicado, não tenho cerimônia em rescrevê-lo.
(21:06:02) Luiz Filho Elas estão salvas pela internet, Vívian. Mas o Valadares diz isso porque ele acompanhou o processo de criação de BardoAmar (que depois vou enviar pra vc, junto com meu Onde Humano). Mas a reescritura é uma estratégia que utilizo pra melhorar e desacralizar o texto original. Se tiver uma sacada em cima de um poema já publicado, não tenho cerimônia em rescrevê-lo.
(21:05:57) Luiz Filho Elas estão salvas pela internet, Vívian. Mas o Valadares diz isso porque ele acompanhou o processo de criação de BardoAmar (que depois vou enviar pra vc, junto com meu Onde Humano). Mas a reescritura é uma estratégia que utilizo pra melhorar e desacralizar o texto original. Se tiver uma sacada em cima de um poema já publicado, não tenho cerimônia em rescrevê-lo.
(21:05:51) Paulo Tabatinga Luiz Filho, boa noite pra vc e pra todos! Parabéns pelo belíssimo trabalho! gosto da sua poesia! Salve, Salve !
(21:05:21) Wilson entrando na conversa...
(21:05:19) Wilson Luiz, a Penalux é uma editora de autores. Isso colabora para que dê boa liga nas publicações
(21:05:15) Luiz Filho Elas estão salvas pela internet, Vívian. Mas o Valadares diz isso porque ele acompanhou o processo de criação de BardoAmar (que depois vou enviar pra vc, junto com meu Onde Humano). Mas a reescritura é uma estratégia que utilizo pra melhorar e desacralizar o texto original. Se tiver uma sacada em cima de um poema já publicado, não tenho cerimônia em rescrevê-lo.
(21:05:04) Paulo Tabatinga Luiz Filho, boa noite pra vc e pra todos! Parabéns pelo belíssimo trabalho! gosto da sua poesia! Salve, Salve !
(21:05:01) Paulo Tabatinga Luiz Filho, boa noite pra vc e pra todos! Parabéns pelo belíssimo trabalho! gosto da sua poesia! Salve, Salve !
(21:04:49) Paulo Tabatinga Luiz Filho, boa noite pra vc e pra todos! Parabéns pelo belíssimo trabalho! gosto da sua poesia! Salve, Salve !
(21:03:41) Wilson Luiz, a Penalux é uma editora de autores. Isso colabora para que dê boa liga nas publicações
(21:02:30) Cunha filho Como, meu caro poeta luiz, V. vê o relacionamento co outros poetas de sua eração e com os de gerações anteiores? Essa é uma questão de história literária, porém me interessa muito.
(21:01:42) vivian saindo da conversa...
(21:01:40) vivian amigos, desculpem, peço licença para sair. obrigada, Luiz, obrigada, Dilson. um abraço a todos!
(21:00:51) Luiz Filho Tentativas e acertos (?!), Valadares. Quem sabe um dia escrevo bem. kkkk
(20:59:55) Luiz Filho Primeiro, Dilson os
(20:58:41) Paulo Tabatinga 2 beleza!
(20:58:40) zipvaladares@yahoo.c Recentemente li uns textos que te desnudam o romantismo. Tu te achas romântico...
(20:57:35) Luiz Filho Tenho dois projetos, Paulo, seguindo paralelamente em meu computador. kkk
(20:57:25) Cunha filho Mas, V. , me parece, jamais vai ser um poeta para o grande público. V. tem um leitor visado ou não se preocupaca com essas questões de leitor? V. se preocupa com a crítica? O que pensa da crítica? Como vê os críticos que lhe sejam desfavoráveis?
(20:56:52) Geovane Monteiro Para produzir imagens e discursos, o poeta se vale da construção de neologismos, de supressões, de inversões sintagmáticas, de investidas lúdicas através da fragmentação e da ousada manipulação dos recursos da língua. O poeta poderia falar um pouco de sua técnica para alcançar tantas \"desconstruções\"?
(20:56:24) Luiz Filho Isso é coisa dos Modernos, Valadares, a reescritura sem problemas com o
(20:56:18) vivian eu também gostaria de saber sobre as múltiplas versões... ainda não visitei seu blog; enfim, gostaria de saber se mesmo escrevendo no computador você salva cada uma das versões.
(20:53:03) Luiz Filho Cunha e Silva Filho, esse descocerto talvez seja a chave pra buscar o leitor. Sempre que escrevo procuro imprimir uma marca minha. Claro, como algo pessoal, essa marca pode criar esse estranahmento e hermetismo (principalmente nos poemas paroísticos. Quem, por exemplo, pode ver Langston Hughes num poema inteiro que parodiei dele?0. Difícil por isso não procuro pensar nisso
(20:52:55) zipvaladares@yahoo.c Acho que a pergunta não foi. Mas é a seguinte: Por que tantas versões até chegar ao produto final, a exemplo do Bardo Amor (é assim mesmo...)
(20:52:50) Dilson Lages Luiz, o que acrescentou ao poeta editar um derradeiro livro escrito por uma editora paulista?
(20:50:19) Paulo Tabatinga Luiz Filho, Vc já pensa em outro livro... já está na gaveta? ou vc quer dar um tempo, pra curtir as bocadas, que ainda está quentinho??
(20:50:06) Tonho França entrando na conversa...
(20:49:20) Luiz Filho Machado das Memórias Póstumas, Vívian (um dos meus livros de cabeceira).
(20:48:50) zipvaladares@yahoo.c Entenda produto como parte de sua criação literária.
(20:48:34) Cunha filho que , por assim dizer, voltaram a uma fazer poético menos técnico , men os metapoético, e mais pleno de humanidade explícita embora não fazendo concessoes de revaixamenro de nível estético. Seria como aquele liiismo bandeiriano de que fala José guilherme Merquior.
(20:48:14) Luiz Filho Vívian, esse lance dos títulos tem muito a ver com o mestre Machado e com influência como Cervantes. Gosto de títulos e do que eles podem salvar no texto. Coisa do tipo como o Millôr fez, ao ser desafiado a contar uma históiria em uma linha, e escrever a história no título. Que sacada! Talvez por isso não gosto de títulos
(20:45:34) zipvaladares@yahoo.c Luiz Filho de Oliveira, por que tantas versões até chegar a um produto final, a exemplo do Bardo Amor (se escreve assim mesmo)...
(20:45:19) Cunha filho Houve um problema tecnico no meu computador . Vou fazer-lhe novamente a pergunta que se apagou: Luiz, V. é um poeta que sempre está nos desconcertando, no sentido daqeule \"estranhamento\" tão frequente nos poetas do Modernismo em geral , em suma, nos peotas ditos de vanguarda tanto no papis quanto no exterior. V. optou por ess marcxa de desautomatizar o leitor . Assi mfazendo, V. se hermetiza. Vejo que há uma possibliidade para pensar num desvio, numa mudança em direção aos grandes poeta
(20:44:52) vivian Uma coisa que me chama a atenção nas \"bocadas\" é o índice, rsrs! cada título bem sacado! eles vêm naturalmente ou você precisa pensar muito para fazê-los?
(20:43:42) Luiz Filho A música, Paulo, essa irmã da poesia. Quem sabe um dia ainda gravo umas composições que tenho.
(20:43:03) zipvaladares@yahoo.c entrando na conversa...
(20:42:49) Luiz Filho Atualmente, Geovane, nessa linha de experimentações, estou pensando uns
(20:42:09) JOSENETO1984 Eu diria que há uma complexidade implícita na obra do poeta Luiz, mas que é abrandada pelo intercâmbio influenciador que o próprio poeta fez referência . A poesia, hoje,assim como muitas criações que ultrapassam o viés literário, é intrincada demais para ser segmentada rispidamente. Creio que o poeta deixa isso bem claro, não somente com os \" Das bocadas...\", mas também com o \"Onde humano\". ,
(20:41:23) Luiz Filho As de sempre, Geovane: basicamente, a preferência pelas brincadeiras metalinguísticas, arranjos visuais, invencionices que se propuserem a aparecer na minha mente.
(20:40:35) Luiza Cantanhêde Que tive a grata satisfação de ler
(20:39:53) Luiz Filho A próxima obra, Luíza. kkk. Brincadeirinha. Gosto muito de Onde Humano, um trabalho mais
(20:39:37) Paulo Tabatinga Luiz Filho, Além da literatura, qual outro tipo de linguagem, artística, te inspira?
(20:38:23) Luiz Filho Aquela prosa, Cunha e Silva Filho, são delírios líricos. è uma tentativa de escrever crônica, minha paixão também porque se aproxima muito da liberdade da poesia.
(20:38:18) Geovane Monteiro Em se tratando de obra claramente pós-moderna, que desafios o poeta se aventurou em termos de experimentações?
(20:37:28) vivian kkkkkkkkk!
(20:37:04) Luiz Filho Pô, Vívian, somente uma leitura arguta como vc pode ver isso. O que fiz foi tentar ser o melhor possível parea agradar leitores como vc. É como disse na entrevista é uma espécie de pagamento pelo que li de bom de tantos autores. Sei lá... kkk
(20:35:30) Luiza Cantanhêde Luiz filho, de suas obras, com qual você mais se identifica, qual o seu\"Magnum opus\"?
(20:35:04) Cunha filho entrando na conversa...
(20:34:55) Luiz Filho A tradição, Dilson, aparece, sobretudo, na primeira parte, em que faço paródias à Juó Bananére, mesmo, não dividindo essa de tradição e ruptura. A ruptura fica pra os textos em que tento imprimir minha marca, mesmo sabendo que ela vem de outros tempos.
(20:34:55) Luiz Filho A tradição, Dilson, aparece, sobretudo, na primeira parte, em que faço paródias à Juó Bananére, mesmo, não dividindo essa de tradição e ruptura. A ruptura fica pra os textos em que tento imprimir minha marca, mesmo sabendo que ela vem de outros tempos.
(20:32:36) Geovane Monteiro Meu caro Luiz, creio que não saber de continuidade revela que o poeta tem um projeto literário bem definido desde da primeira obra, meu caro!
(20:32:18) Luiz Filho O estético e político estão a[í no livro, Francisco Cunha Neto. Estão enquanto poesia engajada em motivar o leitor a pensar. O que vai ocorrer a partir daí tem a ver com o leitor. Mas minha poesia tem todas essas facetas.
(20:31:09) Cunha e Silva Filho Com isso , Lyiz V. respondeu satisfatoriamente à minha indagação. Mas, V. não falou da sa prosa, encontrada no seu blog.
(20:30:05) Luiz Filho Paulo, nós estamos numa fase boa. Bons autores, bons eventos. É trabalhar pra melhorar.
(20:29:16) Luiz Filho Em relação à prosa do Veríssimo, do Braga (com suas crônicas liríssimas!) e do próprio Millor, o que me influencia é o que eles têm de melhor: do Veríssimo, a sátira mordaz, do Braga o lirismo e do Millôr, a experimentação, principalmente com os neologismosd.
(20:28:10) vivian gostaria de fazer mais uma pergunta. sinceramente, eu acho uma \"praga\" dos dias atuais a metapoesia, que menos eleva a poesia e mais satisfaz o ego do escritor. nas \"bocadas\" há muita metapoesia, mas a qualidade que ela tem de não ser gratuita nem onanista chama muito a atenção. você já parou para pensar nisso?
(20:26:38) Luiz Filho Não sei muito dessa continuidade, Geovane, mas procuro seguir uma linha que não enxergo muito bem. Mas quero continuar produzindo isso que não sei o que é.
(20:25:25) Dilson Lages Luiz, sua poesia apesar de destacar o lúdico e a sátira neste livro mantém um diálogo com a tradição. O que há de tradição e de ruptura em sua poética?
(20:25:15) Luiz Filho Pode ser, Shenna, já que o ludismo do Barroco me agrada e estimula muito. Gosto das brincadeiras do Barroco com a linguagem. Lembra a poesia visual e outras cositas más...
(20:23:22) Luiz Filho Vívian, além dos meus confrades piauienses (Nathan Sousa, Adriano Lobão Aragão, Dílson Lages, Francisco Gomes, Demetrius Galvão, Valciã Calixto), foco minhas leituras em autores que conheço via internet, como vc mesma, Glauco Mattoso, Chacal, Leila Mícolis e tantos....
(20:21:51) Wilson É mesmo, Luiz: complementando a pergunta do Paulo, quais autores do Piauí merecem destaque no cenário literário contemporâneo?
(20:20:49) advcunhasilvaneto Boa noite! Luiz, lendo seu texto me veio à seguinte questão: a poesia, na sua compreensão, precisa de um engajamento político ou basta apenas o mero apelo estético?
(20:20:15) Luiza Cantanhêde entrando na conversa...
(20:19:58) Luiz Filho Tatiane, a motivação foi a a homenagem mesmo ao primeiro satírico nacional, o que é uma pretensão da obra: homenagear a sátira tipiniquim. Claro, com os autores que mais aprecio e conheço.
(20:19:53) Paulo Tabatinga Luiz, o que vc acha da poesia atual piauiense?
(20:19:25) Cunha e Silva Filho Luiz filho, V. citou um prosador, um cronista de peso, Rubem braga, que não deixa de serlírico no que escreve e o faz talentosamente. No que a prosa de um autor favorito mexe ou , melhor, influencia V. na produção de sua poeia e mesmo prosa, prqe V. é tamém um prosador rebelde estlisticamente, é claro.?
(20:18:34) Wilson Saudações, Luiz
(20:18:14) Wilson entrando na conversa...
(20:17:06) Luiz Filho entrando na conversa...
(20:16:01) Geovane Monteiro Poeta, Ainda a respeito das inusitadas e complexas construções frasais, o que Das Bocadas Infernéticas traz de novo quando comparado aos trabalhos anteriores, BardoAmar e Onde Humano?
(20:15:40) Shenna Rocha Luiz, sua escrita, de modo geral, tem uma linguagem muito peculiar: com inversões, hipérbatos, mistura de linguagem erudita e popular... Nesse Das Bocadas Infernéticas há também muito de sátira, lembrando o poeta Gregório de Matos. Sua escrita se aproxima do que chamam hoje de Neobarroco?
(20:15:14) vivian Luiz, como você analisa a cena literária contemporânea do Brasil? Você lê autores contemporâneos? Quais são os mais interessantes, na sua opinião?
(20:15:07) Tatiane Soares Parabéns professor Luiz, e obrigada Dilson por entrevistar um grande poeta Teresinense e excelente professor!!! Gostaria de saber o que o motivou ao título do livro além do renomado escritor a quem homenageou...
(20:14:05) Luiz Filho Ah, Paulo, essa de listas é meio confuso. Mas tenho sim autores que me \"insPIRARAM\": como disse na entrevista de que falou Cunha e Silva Filho, Rubem Braga e Millôr Fernandes estão na base de meu lirismo e de minhas expreimentações com a linhuagem.
(20:13:06) Cunha e Silva Filho Boa noite meu filho, Francisco Neto, que vejo estar conosco nesse bate-papo informal sobre a poética de Luiz Filho
(20:13:05) Maria luiza Cantanhe Boa noite a todos! Boa noite Luiz filho
(20:12:57) Shenna Rocha Boa noite a todos! Me enrolei, mas já estou no ponto!
(20:11:39) Shenna Rocha entrando na conversa...
(20:11:21) Paulo Tabatinga Luiz Filho, quais são seus escritores favoritos?
(20:11:21) Luiz Filho Obrigado, Cunha e Silva Filho. A entrevista com o Octáviuo César foi agradável, como disse.
(20:11:11) Maria luiza Cantanhe entrando na conversa...
(20:11:08) Tatiane Soares entrando na conversa...
(20:10:30) Paulo Tabatinga entrando na conversa...
(20:09:43) Luiz Filho Geovane, nem sem mesmo a que os leitores podem se acostumar. Mas é produzir acreditando no que faz. Essa \"descontrução!, que, ao mesmo tempo é construção,pra mim, siinifica manipular a linguagem de modo que me satisfaça e. acredito eu, satisfaça algum leitor.
(20:09:18) Cunha e Silva Filho Luiz Filho, antes de demais nada, parabenizo-o pela entrevista concedida hoje, não tenho certeza, a um canal de televisão em Teresina. Achei você mais moço ainda.
(20:07:30) vivian acho, então, que Luiz poderia responder à pergunta de Geovane...
(20:07:20) advcunhasilvaneto entrando na conversa...
(20:07:15) Geovane Monteiro Boa noite a todos!
(20:06:54) JOSENETO1984 Boa noite,poeta !
(20:06:35) Luiz Filho Boa noite a todos!
(20:05:42) Cunha e Silva Filho Não se preocupe. Isso se deve às bocadas digitais.Rs.
(20:05:36) Dílson Lages Agora sim, estejam todos à vontade para iniciar o bate-papo. Boa noite a todos Cunha, Vivian, Geovane, José Netto, Shenna, Tatiane!
(20:05:29) vivian boa noite!
(20:05:05) Luiz Filho Oi, boa noite, pessoal. Desculpem a demora mas tive problemas com a conexão.
(20:04:26) Luiz Filho entrando na conversa...
(20:04:09) JOSENETO1984 Boa noite a todos os presentes.Um salve à Literatura e aos literatos !
(20:03:10) Dílson Lages Aguardemos um minuto, para fazer as perguntas. Acabo de falar com o poeta Luiz Filho, que está tendo um pequeno imprevisto para conectar. Um minuto apenas, para que ele resolva.
(20:02:25) Cunha e Silva Filho Boa noite, Dílson, poeta convidado Luiz Filho e a todos os presentes \"virtuais.\"
(20:00:06) Dílson Lages Obrigado, Vivian! Aguardemos o convidado ingressar na sala
(19:59:59) JOSENETO1984 entrando na conversa...
(19:59:41) Cunha e Silva Filho entrando na conversa...
(19:58:39) vivian parabéns pela iniciativa, Dílson!
(19:58:03) Dílson Lages Boa noite a todos! Entretextos deseja boas-vindas e bom bate-papo.
(19:55:53) vivian Boa noite, amigos! Estou muito feliz por estar aqui para conversar sobre
(19:55:30) Geovane Monteiro entrando na conversa...
(19:55:12) vivian entrando na conversa...
(19:53:47) Dílson Lages entrando na conversa...
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ENTRETEXTOS - DÍLSON LAGES MONTEIRO
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