CANTA-ARES
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[Bráulio Tavares]
A história da Narrativa (cinema, literatura, etc.) é cheia de arquétipos e estereótipos que a gente identifica sem problemas. (A distinção entre estes dois conceitos, aliás, daria um bom tema para outra coluna – ou para uma tese de mestrado.) Eles vão desde os mais simples e universais (o Herói, o Vilão, a Mocinha Indefesa, o Monstro, o Cientista Louco, etc.) até outros mais específicos, como O Matador Aposentado Que Aceita Uma Derradeira Missão, O Frio Executivo Que Será Vítima da Própria Ambição e Indiferença, A Mocinha Honesta Que Derrotará As Amigas Interesseiras e Casará Com O Príncipe Encantado, O Jovem Mimado A Quem A Vida Se Encarregará De Dar Umas Boas Lições – e por aí vai.Ivan Teixeira analisa O alienista
A escrita paratática e pós-moderna de Esdras do Nascimento
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Família lança livro inédito do desembargador e contista Magalhães da Costa
A história da Narrativa (cinema, literatura, etc.) é cheia de arquétipos e estereótipos
(1) O leão e o rato; (2) A raposa e a cegonha; e (3) O lobo e o cordeiro
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